domingo, 30 de agosto de 2026

Passeio 550 km (Ananindeua/Primavera/Bragança/Santa Luzia,/Ananindeua)

 Quarta-feira,  26/08/26, saí de casa com a bicicleta Monark para mais um passeio.

   

Queria sair às 5, mas acordei tarde e saí só às 6:00



Já na saída de Marituba estava este sol.

Depois de Santa Izabel, na reta das hortas, um motoqueiro me parou e falou que há décadas me encontra nas estradas e na grande Belém; me filmou e fotografou.

Na saída de Americano, lanche no Queiroz. 

Às 10:30 atravessei Castanhal e briguei com o trânsito por uma meia hora.


Lá pelas 12:30 fiquei com sono e precisei parar e baixar a cabeça algumas vezes para conseguir ficar " ligado". (Na noite anterior tomei muito café).

Em Santa Maria,  na lanchonete do posto tomei coca cola com café (sugestão de um caminhoneiro).

Em Quatro Bocas, restaurante da Nira, 16h, merenda


Depois, passei por Capanema e segui até Jaburu (cheguei às 20:20).

Na casa do Bigode, como em outras vezes que não consegui chegar a Primavera,  passei a noite.




27/08, quinta-feira. Saí às 6:18 andei os 13 km até Primavera, visitei Dona Nazaré e depois Antônio.
Saí de Primavera às 9h, voltei a Capanema e segui até Bragança (cheguei às 16:15).




Capanema ao meio-dia 



Estádio na entrada de Bragança 


Procurei a Dona Tânia na farmácia Forte na Fé.
Ela chegou mais tarde.



Na farmácia com Dona Tânia. 




Quando a farmácia fechou ela e o esposo me levaram para jantar num restaurante e depois fomos pra casa dela onde dormi.


28/08 sexta-feira. Tomei café com Dona Tânia e o esposo (melão , pão,  ovo frito), saí alegre às sete e pouco.

Fui pra Santa Luzia do Pará via ramal do Montenegro  (65 km recentemente asfaltados).

Há anos que eu queria andar nessa estrada, mas tinha receio de enfrentar areais ou costelas de vaca.




Ramal do Montenegro 

 Nos primeiros 13 km pequenos povoados com igarapés largos, sombreados, sem correnteza e com mulheres lavando roupa.

Depois, mais espaçados, povoados com nome (Nova Mocajuba, Nova Canindé).

Depois dos 65 km, mais 5 na BR e entrei em Santa Luzia.


Andei uma meia hora procurando e não achei uma lanchonete.

Quase tudo fechado.

Num ponto de venda de açaí criei coragem e tomei meio litro(tive receio de ficar com sono).






Tomando açaí em Santa Luzia do Pará 



Fui preguiçosamente até Capanema, fiz um lanche exagerado em frente ao posto de gasolina e fui ao Hotel Pacheco, onde já pernoitei duas vezes.
Aluguei o quarto, mas tive de esperar até as 21:55 para guardar a bicicleta (hora em que o encarregado chegou. Foi uma batalha contra o efeito do açaí. 


29/08 sábado.   Saí às 6:30, com as pernas cansadas desde quinta-feira. 

Com as pernas cansadas a disposição não diminui, nem a força,  mas sim a cadência. 
Agora, com vento a favor, fui me vingando das dificuldades de quarta e quinta.

Parada em Quatro Bocas,  Santa Maria,  posto fiscal km 80, Queiroz. 

Senti muito sono depois de Castanhal (14:30).

Cheguei em casa às 18:20.
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Consumo dos 4 dias: 9 mentas ice Kiss, 5 balas de café,  34 bolachas Maria,  28 bolachas Cream Crakcer, 9 bananas, 5 fatias de bolo, 600 ml caldo de cana, 4 sucos cupuaçu/maracujá,  10 salgados (coxinha/pastel) 2 sanduíches queijo/presunto, pão/melão/ovo frito, bife/arroz/macarrão/salada, café + Coca-Cola,  muitos café,  uns 20 litros de água. 
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Acostumado a andar em Belém 250 km/semana, quase tudo plano, faltou perna mas sobrou resistência. 

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Passeio 300 km (Marudá)

 Ontem, 23/08/26, fui a Marudá em mais um passeio com a minha Monark. 

Saí de casa às 7:34 e cheguei lá na casa da Dedé às 19:08.

Atravessei Castanhal ao meio-dia e parei 20 km depois para um descanso de 10 minutos (estava  com dor na nuca, menos que da outra vez).

Depois do trevo de Curuçá enfrentei vento contra, principalmente naqueles 6 km antes de Araquaim.

Consumo do dia: 6 mentas Ice Kiss, 6 minibolo, 1 pastel, 300 ml caldo de cana, uma coca lata e 5 litros de água.   Na casa da Dedé,  macarrão com ovos fritos.

Mesmo tendo tomado 5 litros de água,  só fiz pipi uma vez, às 9 da manhã. 

Quando deitei para dormir, 20:25, senti as pernas descalibradas, mas quando amanheceu estavam normais.

Hoje tomei café com pão e ovo na casa da Dedé e saí às 7:20.

Sem o vento atrapalhando, o percurso de volta foi bem confortável. 

No trevo de Curuçá uma senhora com um menino esperavam a condução e eu pedi pra ela me fotografar.


No trevo de Curuçá

Logo depois, perto da entrada para Vila Maú comprei mel de um apicultor.

Atravessei Castanhal às 14 horas e cheguei em casa às 18:20.

Consumo do dia: 3 mentas ice Kiss, 12 bolachas Maria, 170 ml iogurte, 300 ml caldo de cana,  2 coxinhas e 5 litros de água. 

Assim como ontem, também senti as pernas descalibradas, mas melhorei logo após um alongamento.

terça-feira, 23 de junho de 2026

Passeio 83 km ,(Alça Viária))

 



Em frente à entrada do Balneário Bica, que existe desde quando a rodovia foi construída. 



Ontem, 22/06/26, segunda feira,  fui andar na Alça Viária. 

Saí de casa às nove e pouco, dia bem ensolarado.

Antes de entrar na Alça Viária,  andei por umas ruas da periferia de Marituba; gosto de sair da agitação do trânsito e andar por ruas calmas e desconhecidas.

Uns dias atrás mexi no guidão, regulando ele uns 6 cm mais pra frente e tive a impressão que a força no pedal aumentou.


As subidas ficaram mais suaves.

Fui só até o km 34 e voltei.

Entrei no povoado do km 32 e fui ver até onde ia o asfalto, uns 15 minutos ida e volta.

Com 4 horas de pedal apareceu a dorzinha na nuca.

Não consegui fazer xixi, culpa do calor.

Por causa da dor abreviei o passeio e voltei direto pra casa (queria voltar pela Av.Liberdade (+23 km).

Chegando em casa, antes de tomar banho, deitei na rede uns 20 minutos, até a dor na nuca sumir.

Medi a pressão arterial e estava 8 por 5.

Fiquei com o corpo quente até a hora de dormir.

Consumo do passeio: 13 bolachas Maria,  4 mentas Halls e 2,9 litros de água. 

terça-feira, 26 de maio de 2026

Passeio 107 km sem comer

 Neste último final de semana eu iria pedalar uns 500 km em 3 dias, mas a preguiça de levantar cedo foi mais forte.

Então,  ontem, 25/05/26, segunda feira, saí de casa com a minha Monark umas oito e pouco, depois da chuva, rumo à Alça Viária. 

 O trânsito, até sair de Ananindeua,  estava muito intenso.

Embora estivesse com as bolachas na caixa, resolvi não comer nenhuma enquanto não sentisse fome.


Fui até  o km 36 da Alça. 

Privatizada recentemente, não vi nada diferente e notei que a maioria dos motoqueiros andava sem capacete e alguns até sem placas.

Subi todos os morrinhos sem esforço; estava numa velocidade de velho (o que sou).

O sol só  apareceu lá  pelas 11 horas mas parecia menos intenso...

Na volta entrei na Av Liberdade para chegar em casa com um pouco mais de 100 km percorridos.

  Em umas 8 horas pedalando sem paradas para descanso, a fome não se manifestou.

Parei num comércio a uns 5 km de casa e tomei uma coquinha; de estômago vazio, arrotei ao primeiro gole.

  Consumo do passeio: 2,8 litros de água,  6 mentas Halls e uma coquinha.

Me senti meio descalibrado, mas amanheci bem disposto.




No km 36





Na ponte sobre o Rio Guamá

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Passeio 43 km (Avenida Liberdade)

 Ontem, 19/04/26, às 13:15, saí com a minha Monark para conhecer a nova Av. Liberdade, inaugurada poucos dias atrás

.   A uns 4 km da Alça Viária 



  Chovendo, no km 4 da Alça Viária entrei na nova Av. Liberdade.

   13 km. Nenhuma esquina, nenhum prédio, apenas um retorno a uns 4 km da Alça Viária. 

    No lado que andei, além do acostamento, uma ciclovia.





   Uma cerca  (tela) de uns 2,2 m de altura em toda a extensão nos dois lados. Instalada para impedir entrada de animais, vi buracos na cerca abertos e espaços por baixo.

   Nos 13 km encontrei uma dupla de ciclistas e um outro sozinho, nenhum mais.

   Senti nas pernas alguma coisa provavelmente uns bichinhos invisíveis chamados de maruim.

   Após os 13 km cheguei na Av. Perimetral, perto da Ufpa, e voltei via Av.Almirante Barroso e bairro Jaderlândia.

   Muitas ruas alagadas (altura da água entre 10 e 30 cm).

   Consumo do passeio: 1 litro de água,  2 mentas halls e 12 bolachas Maria.

  90 por cento na chuva.



 


   Av. Liberdade chegando na Av.Perimetral.


quinta-feira, 9 de abril de 2026

Coroa especial


 Algumas semanas atrás perguntei ao meu mecânico Domingos se ele poderia adaptar uma coroa de uns 20 ou 22 dentes na minha bicicleta.


Ele desmontou uma catraca de marchas e usou as 3 lâminas maiores (28, 24 e 21 dentes).


Usando a relação 28x14 ficou semelhante ao que eu usava com a coroa normal (48/38/28).


Andei uns 20 dias e acostumei com a relação 24x14, mantendo os mesmos tempos nos percursos habituais que fazia com a coroa normal. 

Não testei na estrada, mas subi alguns viadutos repetidas vezes;  subi bem mais fácil que antes, mas fiquei ofegante com as relações mais leves.

Devolvi a pedivela com as catracas soldadas e comprei uma coroa 35.


Conclui que o ideal é adaptar uma roda aro 20 no lugar da 26.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Passeio 375 km (Ananindeua/Primavera/Ananindeua)

 No dia 30/01/26, saí com a minha Monark para mais um passeio até Primavera. 

 Na última vez que fui pra lá não consegui superar o vento contra e parei 13 km antes para continuar no outro dia.

  Desta vez, animado com a chuvarada do passeio a Marudá, calculei que haveria menos vento....

   Saí com céu nublado e depois as nuvens foram embora.

   Uma merenda no Queiroz e, saindo de Castanhal estava com 27 minutos de vantagem no cronograma programado.

    Mas, a partir daí, aquele vento chato apareceu e, só em 37 km até Santa Maria a vantagem no tempo voltou para zero.

    Estava andando a menos de 12 km/h.

    Como diria um nordestino, fiquei enfadado e resolvi  andar como um andarilho, sem expectativa de chegada.

    Fiz paradas para descansar, mesmo sem estar cansado.

    Quase chegando a Capanema passou um casal de ciclistas e o rapaz me deu 3 reais...

     Entrei em Capanema à tardinha e aluguel um quarto num hotel anexo a um posto de gasolina.

     Depois de me instalar jantei espetinho com baião de dois e vinagrete.

     Fora isso, o consumo do dia foi 3 minibolos, 3 bolachas Maria, 9 mentas Halls, 4,3 litros de água,  coxinha+caldo de cana, abacatada, coxinha+café, coxinha+café outra vez.

     Gostei de dormir no hotel.

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      Saí às 6:40 e pedalei os 38 km com morrinhos até Primavera. 

      Na casa da Nazaré só o cachorro.

      Fui pra casa do Antônio e lá fiz uma breve visita, merendei e voltei.

 Continuei andando muito suave, mesmo não havendo mais vento contra.

   Entrei em Capanema umas 14h e pouco, até  pensei em ir novamente ao hotel, mas a bicicleta queria ficar andando.

   Então segui e ao anoitecer estava em Santa Maria, onde aluguei outro quarto num hotel em frente ao terminal rodoviário (também junto a um posto de gasolina).

Não anotei o consumo do dia, o que lembro, minibolo, bolachas Maria,  bananas, iogurte, sucos, salgados, bolo pudim e muita água. 

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  No terceiro dia andei os últimos 100 km e cheguei em casa às 14h.

  Pedalei umas 33 horas e zero chuva, mas, dez minutos chegado em casa, 

choveu intensamente!



Na casa do Antônio 



Saída de Capanema




Amanhecer perto de Benevides


No posto fiscal (entrada para São Domingos do Capim)


domingo, 1 de fevereiro de 2026

Passeio 300 km (Ananindeua/Marudá/Ananindeua)






Aspecto da estrada entre São Pedro e Marapanim




 

 Depois de alguns anos voltei a andar no caminho mais de 50 vezes percorrido desde os anos 80.

  Saí de casa na minha Monark 10 às 7:40, 26/01, segunda-feira. 

  Momentos antes de sair eu estava sentindo um estranho calor, até suei um pouco.

  Andei acompanhado do barulho do trânsito.

  Ao cabo de uns 20 km andados, o céu ficou nublado.

  Parei no fruteira do Queiroz para merendar. Agora mudou o nome para Fruteira do Malhado.

  Em Castanhal caiu uma chuva com muito vento, forte e fria; uns 10 minutos.

  Depois, pelo resto do dia, chuvas de hora em hora.

  Uns 5 km antes de Terra Alta uma chuva com muitas trovoadas e um vento lateral tão forte que resolvi parar para não ser derrubado.

   Tremi de frio e fiquei com as mãos anestesiadas.

  Vesti a capa de chuva e segui após alguns minutos.

  Muita água correndo sobre a pista nas subidas e descidas.

  Parei antes São Pedro e em Araquaim para comprar água. 

   Cheguei em Marudá às 19:40. 

    Encontrei o Chico Leal com a esposa perto do terminal rodoviário e fui direto pra casa da Dedé. Tomei banho, jantei e fui dormir.

   Consumo do dia: 3,8 litros de água,  caldo de cana + coxinha, 7 minibolos, 8 mentas Halls, 3 paróquias, macarrão com ovos fritos.

   Estranhamente levantei 5 vezes durante a noite para urinar.



  De manhã, 27/01, Dedé serviu café com pão, nos despedimos, e saí às 7 horas.

  Raul estava caminhando, conversei um pouco com ele.

   Céu nublado, a primeira chuva caiu com uns 20 minutos de pedal.

   Vesti a capa, mas depois, nas próximas chuvas, sem capa.

   Passando uns 2 km de São Pedro,  parei para merendar. 

   Depois, "segui no modo automático " até Castanhal, e por sentir frio vesti novamente a capa e só parei no Queiroz para outra merenda.

   Do Queiroz para casa, 47 km sem descanso.

   Cheguei às 18:40.

   Neste dia, aproximadamente 8 horas na chuva.

   Em algumas paradas vi mutucas.

   Vi, também,  muitas formigas de asa.

   Consumo do dia: 4,2 litros de água, 3 coxinhas+ suco acerola,  5 minibolos, café +pão, café +coxinha, 6 mentas Halls, iogurte 600 ml.

   No outro dia senti uma dorzinha nos dois joelhos.




A minha bicicleta (quadro Monark 10)

sábado, 20 de dezembro de 2025

Treinando cadência?

 Domingo passado, 14/12, saí de casa às 10:15 para uma experiência com cadência acima de 78 rpm.

  Eu já tinha feito algo parecido uns 20 anos atrás,  no mesmo trecho da alça viária; naquela vez, andei só na relação 28x18 e andei 19 km com giro  médio de 93 rpm e, embora não ficasse ofegante, fiquei meio "descalibrado".

   Desta vez usei a relação 38x24 e, nas descidas, 38x21 e 38x18, sem forçar.

   Fui mais lento na volta, mas fiz a média 15 km/h e totalmente confortável. 

   Estou andando durante a semana usando 38x24 em trechos de 4 a 5 km com giro 85/90.

   Quando saio de casa pedalo uns 20 minutos com marcha bem leve e cadência 85/90.

   Será que estou mudando depois de velho?

No km 14, perto da ponte.
No viaduto sobre a BR 316, onde começa a Alça Viária. (O dedo também quis aparecer)


domingo, 5 de outubro de 2025

Passeio 374 km (Ananindeua/Primavera/Ananindeua)

 Domingo passado (28/09), saí com a minha Monark 10 às 5:15 para chegar a Primavera até as 20:30, mas não consegui.

  Fui andando só na manha, sem esforço, achando que conseguiria realizar o percurso. 

  Porém, a partir de Castanhal, 62 km pedalados, um obstáculo esquecido mudou a história, o vento de setembro.

  Quando, no século passado, anos 90, eu fazia com frequência Ananindeua/Marudá, notei que, a partir de agosto, cada mês que passa o vento fica mais forte, sempre no sentido litoral/Belém. 

    Assim sendo, mantive o jeito confortável e iria até onde desse, ficando o restante para o dia seguinte.

    Me senti muito bem. Nem sonolência perto do meio dia, nem pressão baixa, nem garganta seca, nem dorzinha.

     Muitos ciclistas passaram por mim até umas dez horas e depois foram fugindo do calor.

    Alguns trechos com muitas nuvens, mas nenhum pingo de chuva.

    Por ser domingo, o trânsito estava menos intenso.

    Fiz paradas para merendas em Americano (8:30), Barro Branco (11:30), Santa Maria (13:30) e Quatro Bocas (15:50).

    Atravessei Capanema e andei no escuro os últimos 20 km até Vila Jaburu, onde parei e consegui pernoitar na casa do Bigode.

    Consumo do dia: 4,8 litros de água, pastel + caldo de cana, pão c/queijo + abacatada, suco de acerola, pão de queijo+pastel+suco de goiaba, 2 bananas, 5 mentas halls e quatro minibolos.


Na manhã seguinte, tomei café, agradeci as mordomias e saí  às 6:07 para os últimos 13 km até Primavera.

Cheguei na casa da Dona Nazaré umas 7 e pouco; ela estava dormindo....

  Levantou, tomamos café e conversamos um pouco e voltei.

  Voltei pelo mesmo caminho.

  Eu prefiro voltar por Igarapé-Açu e São Francisco,  mas comecei o dia atrasado 13 km e + uma hora, e a diferença entre um caminho e outro são 14 km.

  Desta vez o vento não atrapalhou e deu para sentir bem o calor que era motivo de reclamação em cada lugar que eu parava.

  Cheguei a encontrar um casal de ciclistas às 16h e o homem desesperado con o calor descarregou duas garrafas pet de 2 litros sobre a cabeça...

  Aproveitando a facilidade para andar, fiz várias paradas neste dia.

  Comprei umas castanhas do Pará em Jeju.

  Neste dia andei só até  Castanhal e me hospedei na casa da Bia.

     Consumo do dia: 4,4 litros de água, café+minibolo duas vezes, três bananas,salgado + suco de goiaba, 5 mentas halls,  bolo + suco de goiaba, pão c/queijo + abacatada, café + pouquinha comida de panela.

  

  No terceiro dia, saí da casa da Bia ás 6:10, fiz sô uma parada no Queiroz (Americano) e completei os últimos 54 km às dez horas, consumindo 2 bananas,  2 mental halls, 4 minibolos e 2,4 litros de água.


Três dias sem nenhuma chuva.

Nos 2 dias após o passeio senti as pernas meio travadas, sinal de não estou em forma....



   

Saindo da casa da Bia




Merenda em Quatro Bocas 



14 KM DE Castanhal 17:30




Saindo de Primavera 8:20



Atravessando  Castanhal 10:10


segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Trecho exigente, Vila Pernambuco/BR316

 Hoje fui andar lá pra Vila Pernambuco (Porto Pernambuco).

Saí  na minha Monark 10 às 7:31, segui até Benevides, atravessei a cidade e fui no rumo de Caraparu.

A estrada tem trepidação, poeira e um pouco de areia, mas o trânsito é quase zero (uns 20 veículos carros/motos/caminhões em 60 minutos).

Na estrada de Bujaru andei uns 15 km de ótimo asfalto e entrei na estrada para Vila Pernambuco, 12 km piçarra.

Em Vila Pernambuco, na saída, descansei por 3 minutos, coloquei a corrente na coroa menor (28) e saí bem na manha, pois os próximos 20 km seriam desafiadores. Eram 12h30min 

Além da trepidação e dos trechos com areia, havia vários barranquinhos de uns 50 metros cada.

Subi cada um em menos de 1 minuto, mas fiquei muito ofegante todas as vezes.

Não sei se é culpa do calor ou falta de treino.

Gastei 1h55min para andar uns 22 km e cheguei cansado na BR. Descansei mais 8 minutos e voltei para casa no asfalto que seria ótimo se não houvesse o barulho do trânsito.

Fiz uma merenda no Queiroz.

Caiu uma chuvinha "gelada" entre Santa Izabel e Benevides.

Mesmo cansado e com cara de prejudicado fiz a média de 16 km/h nós últimos 22 km.

Cheguei em casa às 18:12.

Consumo do passeio: 4,4 litros de água, 500 ml caldo de cana, 5 mentas Halls, 16 bolachas Maria e uma coxinha.


domingo, 24 de agosto de 2025

Passeio 140 km (Santa Terezinha/Castanhal)

 Ontem realizei o passeio que não consegui em 12/08.

  Saí às 8:45 na Monark 10.

  Muito sol. Pela primeira vez em mais de 50 anos usei um par de meias cortado para proteger as coxas do sol.

   Atravessando Marituba alguns carros invadiram o acostamento onde eu ia 

  Ao invés de comer alguma coisa quando o corpo  pedisse, comi bolachas a cada 40 minutos: assim, não houve sinal de energia fraca.

   O vento contra incomodou na primeira metade do percurso, mas compensei na volta.

    Em Santa Terezinha entrei no igarapé para me refrescar (13 horas). 

    Uma senhora gestante e 3 crianças estavam dentro da água.

     Minha água com bicarbonato acabou exatamente na metade do percurso.

    Próximo a Castanhal comprei outra garrafa de 2 litros e na Maximino Porpino parei para merendar.

   Ainda parei no Queiroz (Americano) para outra merenda.

   Cheguei em casa às 18:52.

Consumo do percurso :

4 litros de água, 290 ml coca cola, 300 ml caldo de cana, 1 coxinha, 1 pastel de queijo, 12 bolachas Maria, 8 mentas Halls.

Uma bolha que ganhei no minguinho dia 21 aumentou muito e resolvi abortar o passeio de hoje que seria para Primavera (186 km, mais de 14 horas de pedal).

 

quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Passeio 120 km (Santa Terezinha)

 Ontem saí na minha Monark 10 para andar uns 140 km para sentir a minha forma, pois faz uns 50 dias que só ando 40/50 km por dia.

  Saí às 8:30.

Muito sol, trânsito barulhento.

Foquei cadência lenta (60/70 ) e fui.

Em Santa Isabel saí no rumo de Vigia, e uns 8 km depois a alavanca do câmbio pifou; fiquei andando com a coroa 28 e a catraca 14, a corrente cruzada, ruim de andar.

Segui assim mesmo.

No km 12, antes de S.Antônio do Tauá, entrei à direita no rumo de Santa Terezinha.

Com quatro horas de pedal o corpo deu sinal de energia fraca.

Comi 4 bolachas Maria e cheguei a Santa Terezinha meio-dia e tanto.

Parei num mercadinho que abriu só para colocar uns garrafões de água pra dentro e comprei um refrigerante 600 ml e um pacotinho de mini bolo.

Procurei mecânico mas o único do povoado estava em Castanhal; outras duas oficinas só consertavam motos.

Optei ir para Apeú, uns 12 km numa estrada com areia e trepidação, mas encurtei 20 km o percurso total.

No Apeú, 14:05, oficina de bicicleta fechada, segui pela BR até o Queiroz, na entrada de Americano 

Comprei duas coxinhas e caldo de cana.

O sol continuava muito quente, eu estava me sentindo bem, mas fiquei com enjôo por ter tomado muito caldo de cana (1 litro em 1 hora), sendo que só melhorei quando tomei água perto de Benevides.

Terminei o percurso às 18:30.

Consumo: 2,5 litros de água, 600 ml refrigerante, 1 litro caldo de cana, 2 mentas Halls, 4 bolachas Maria, 3 mini bolos,  2 coxinhas 

Fiquei com o corpo quente até a hora de dormir.

domingo, 8 de junho de 2025

Passeio 83 km na BR

 Hoje eu iria fazer um passeio de uns 150 km, mas falhei na disciplina e saí de casa muito tarde, 8:30.

  Saí com a Monark 10 e fui, com barulho e tudo.

  Vi muitos grupos de ciclistas andando a vontade no bom acostamento.

  Estava quente, mas eu só senti na volta (vento a favor); mesmo assim achei confortável.

  Fui até perto de Americano e voltei.

  Consumo, 2,4 litros de água, 20 uvas secas e 16 bolachas Maria.

  Cheguei em casa com a pressão um pouco baixa e estou com o corpo quente até agora, 22 h 

segunda-feira, 21 de abril de 2025

Passeio 71 km (km 30 Alça Viária)

 Ontem saí às 9:30 na bicicleta Cairu para mais um passeio na Alça Viária.

 A BR está excelente para andar, mas o barulho é desagradável.

 Muitas nuvens no céu e aquela combinação de calor + umidade.

  Só senti o calor na pele a partir das 10:55, mas continuei confortável.

  Alguns grupos de ciclistas retornando.

  Na volta, a 16 km de casa, uma chuva bem molhada de 22 minutos diminuiu o calor.

  Chegando à BR, outra chuva, esta muito intensa e com vento que limitou o campo de visão a menos de 200 metros e deixou os dedos dormentes até meia hora depois de chegar em casa.

   Consumo do passeio: 1,9 litros de água com bicarbonato e 80 uvas secas 

  Velocidade média: 14,7 km/h.

terça-feira, 8 de abril de 2025

Amigo do Ciclista

 Em 1987, planejando a minha segunda grande viagem de bicicleta, eu procurava comprar uma catraca 22;

 Andei por várias lojas e oficinas, inclusive em Castanhal, mas em todas as vezes diziam que a maior era a catraca 20.

 Eu não sabia que poderia adaptar câmbio numa bicicleta comum e nem que havia coroas menores, como por exemplo a 32.

  Então, certo dia, na Av. Pedro Álvares Cabral, vi uma lojinha (Amigo do Ciclista) e perguntei se tinha a tal catraca 22, mas o dono disse que não, mas tinha a 24!

   Fiquei admirado e ele disse que tinha 3 catracas, sendo que comprei todas na mesma hora 

  Sempre que passo na frente lembro dessa ocasião, e hoje pedi para a moça (filha do dono) fazer esta foto.






domingo, 9 de março de 2025

Passeio na BR 316 (101km)

 Hoje saí com a Monark 10 e, como não me incomodei com o barulho do trânsito, segui pela BR para andar uns 100 km.



  Vesti uma velha camisa térmica preta e levei a branca se o calor apertasse...


  O céu nublado e o melhor acostamento dos últimos 15 anos.


Muitos ciclistas retornando, só eu e mais dois indo

.

  Como anteontem, tomei água de 30 em 30 minutos.


  Só parei no Queiroz (Americano); não tinha coxinha nem outro salgado para comer, então tomei caldo de cana.


  Fui mais 3 km, até a Polícia Rodoviária e voltei.


  O sol apareceu às 12:15 e sumiu às 14:45, mas não choveu.


  Velocidade média= 15,5 km/h

  Consumo do passeio: 11 bolachas Maria, 3 mentas Halls, 500 ml caldo de cana e 3,1 litros de água.

 Pressão uma hora depois de chegar em casa, 12 por 8.




 A Monark 10 

sábado, 8 de março de 2025

Passeio 150 km (Perna Leste)

 No sábado passado fui passear com a Monark 10.

Estou adaptando ela para ficar do jeito que eu gosto.

 Seriam 2 passeios no mesmo dia.

Andei um pouco na Alça Viária e BR, (52 km) e cheguei em casa na hora do almoço.

Uma saidinha para atender um cliente e ajeitei a bicicleta para o segundo passeio mas desisti porque a minha pressão estava 9 por 6.

Culpa do calor?



A Monark 10 no km 14 da Alça Viária 






Dois dias depois fui novamente para 2 passeios, mas com a Cairu.

Andei uns 10 km a mais (62), na Alça Viária, e voltei para casa no mesmo horário (hora do almoço)

Depois de um descansinho olhei a pressão e estava 8 por 5.

Mesmo me sentindo muito bem, desisti novamente do segundo passeio.

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Ontem saí com a Cairu e durante o percurso escolhi ir até o fim da Perna Leste.

Preocupado com o calor, comprei uma camisa branca de mangas compridas (menos quente no sol)

Eu estava com uma camisa verde fluorescente e vestiria a branca quando esquentasse.

Às 10:30, quando senti o calor aumentando, coloquei os manguitos e as luvas, mas continuei com a camisa verde pois não estava quente quando eu botava a mão no ombro.

Os manguitos (pretos) contudo, estavam quentes.

Bebi água sistematicamente de 30 em 30 minutos e cheguei ao fim da Perna Leste às 13:30.



Parada para merendar no fim da Alça Viária (26 km de Bujaru)




Fiz uma merenda e às 13:48 comecei o retorno.

Pensei que a pressão poderia baixar por ter ficado alguns minutos sem pedalar, mas continuei me sentindo bem.

O calor que percebi vinha do chão (asfalto PRETO)

Uma chuvinha de 12 minutos perto do km 24 da Alça Viária e outra nos últimos 12 km que chegou a ficar tão intensa que os meus dedos ficaram meio anestesiados e eu tremi um pouco de frio quando cheguei em casa.

Velocidade média = 13,51 km/h.

Consumo do passeio: dois salgados de frango, um salgado de queijo e presunto, um copo de café, um copinho de coca, 25 bolachas Maria e 4,5 litros de água.

Verifiquei a pressão, 12 por 8.


segunda-feira, 25 de novembro de 2024

Passeio 94 km (Americano)

 Hoje resolvi encarar o barulho da BR e pedalei até a fruteira do Queiroz, na saída de Americano.

  Fiz uma merenda e voltei até Santa Izabel pelo caminho paralelo à BR; é onde havia a estrada de ferro,

Aí, por mais ou menos uma hora, o barulho, além dos passarinhos era os pneus da bicicleta nas pedrinhas.

A partir de S.Izabel o céu nublado deu lugar a um sol bem quente por uns 90 minutos.




Em Santa Izabel 10:30 de segunda feira 



A partir da curva do Cupuaçu comecei a sentir muita sonolência.

Costumo tomar café ou coca cola, mas experimentei abaixar a cabeça e olhar para trás no meio das pernas. 

Foi mais ou menos um minuto.

A sonolência sumiu e parece que ligou um turbozinho nas pernas.

Repeti o procedimento mais duas vezes e fui bem sucedido.

Isso eu vi num relato de um ciclista de longa distância que fez isso de 15 em 15 minutos para se manter acordado durante uma competição.


Diferente do passeio de anteontem, cheguei em casa melhor que na saída e com a pressão normal.





Chegando em casa de mais um passeio 


Consumo do passeio:

22 bolachas Maria, 5 mentas Halls, 2 coxinhas, uns 4 g de bicarbonato, 2,8 litros de água e 300 ml caldo de cana.

domingo, 24 de novembro de 2024

Passeio 130 km (S.Francico do Itá, Ferreira Pena)


 Ontem saí com a minha bicicleta Cairu umas 8 da manhã.

Fui até Benevides e segui para Caraparu. 

Quando passo nesta estrada Benevides/Caraparu sinto-me encaixado no ambiente.





Na estrada entre Benevides e Caraparu 



Depois, estrada para Bujaru até a saída para S.Francisco do Itá. 

Da estrada de Bujaru até Americano, piçarra, costelas de vaca, sombra, trânsito quase zero.

Aquele "ar condicionado" depois da rampa do igarapé já não é mais o mesmo.      Cortaram muitas árvores.




No trecho do "ar condicionado" entre S. Francisco do Itá e Americano 




  Em Americano, meio-dia, comprei água e 3 bananas.

  Segui por aquela estrada que vai ao lado do presídio. No começo, uns 3 km de asfalto novo.

Depois, piçarra, alguma poeira e costelas de vaca.

Em Ferreira Pena, ninguém na rua, sentei numa praça por uns 5 minutos.

  A partir daí, mesmo me sentindo muito bem, notei uma queda na energia (alimentação insuficiente?).

Vi plantações de milhares de coqueiros (Sococo).

Chegando ao asfalto, andei 7 km até o "12" da estrada da Vigia e comprei uma coxinha.

Voltando para casa pela BR comecei a sentir cansaço(?). 

A respiração estava fácil mas as pernas reclamavam.

Cheguei em casa e, meia hora depois, verifiquei a pressão 8x6.

Ainda senti o corpo quente do sol até a hora de dormir.

Consumo do passeio:

22 bolachas Maria, 3 litros de água, 350 ml coca cola, 5 mentas Halls, 3 bananas e 1 coxinha.

Neste dia  todos os igarapés que vi estavam com menos água que o habitual; ainda bem que o tempo das chuvas está voltando.