segunda-feira, 20 de abril de 2026

Passeio 43 km (Avenida Liberdade)

 Ontem, 19/04/26, às 13:15, saí com a minha Monark para conhecer a nova Av. Liberdade, inaugurada poucos dias atrás

.   A uns 4 km da Alça Viária 



  Chovendo, no km 4 da Alça Viária entrei na nova Av. Liberdade.

   13 km. Nenhuma esquina, nenhum prédio, apenas um retorno a uns 4 km da Alça Viária. 

    No lado que andei, além do acostamento, uma ciclovia.





   Uma cerca  (tela) de uns 2,2 m de altura em toda a extensão nos dois lados. Instalada para impedir entrada de animais, vi buracos na cerca abertos e espaços por baixo.

   Nos 13 km encontrei uma dupla de ciclistas e um outro sozinho, nenhum mais.

   Senti nas pernas alguma coisa provavelmente uns bichinhos invisíveis chamados de maruim.

   Após os 13 km cheguei na Av. Perimetral, perto da Ufpa, e voltei via Av.Almirante Barroso e bairro Jaderlândia.

   Muitas ruas alagadas (altura da água entre 10 e 30 cm).

   Consumo do passeio: 1 litro de água,  2 mentas halls e 12 bolachas Maria.

  90 por cento na chuva.



 


   Av. Liberdade chegando na Av.Perimetral.


quinta-feira, 9 de abril de 2026

Coroa especial


 Algumas semanas atrás perguntei ao meu mecânico Domingos se ele poderia adaptar uma coroa de uns 20 ou 22 dentes na minha bicicleta.


Ele desmontou uma catraca de marchas e usou as 3 lâminas maiores (28, 24 e 21 dentes).


Usando a relação 28x14 ficou semelhante ao que eu usava com a coroa normal (48/38/28).


Andei uns 20 dias e acostumei com a relação 24x14, mantendo os mesmos tempos nos percursos habituais que fazia com a coroa normal. 

Não testei na estrada, mas subi alguns viadutos repetidas vezes;  subi bem mais fácil que antes, mas fiquei ofegante com as relações mais leves.

Devolvi a pedivela com as catracas soldadas e comprei uma coroa 35.


Conclui que o ideal é adaptar uma roda aro 20 no lugar da 26.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Passeio 375 km (Ananindeua/Primavera/Ananindeua)

 No dia 30/01/26, saí com a minha Monark para mais um passeio até Primavera. 

 Na última vez que fui pra lá não consegui superar o vento contra e parei 13 km antes para continuar no outro dia.

  Desta vez, animado com a chuvarada do passeio a Marudá, calculei que haveria menos vento....

   Saí com céu nublado e depois as nuvens foram embora.

   Uma merenda no Queiroz e, saindo de Castanhal estava com 27 minutos de vantagem no cronograma programado.

    Mas, a partir daí, aquele vento chato apareceu e, só em 37 km até Santa Maria a vantagem no tempo voltou para zero.

    Estava andando a menos de 12 km/h.

    Como diria um nordestino, fiquei enfadado e resolvi  andar como um andarilho, sem expectativa de chegada.

    Fiz paradas para descansar, mesmo sem estar cansado.

    Quase chegando a Capanema passou um casal de ciclistas e o rapaz me deu 3 reais...

     Entrei em Capanema à tardinha e aluguel um quarto num hotel anexo a um posto de gasolina.

     Depois de me instalar jantei espetinho com baião de dois e vinagrete.

     Fora isso, o consumo do dia foi 3 minibolos, 3 bolachas Maria, 9 mentas Halls, 4,3 litros de água,  coxinha+caldo de cana, abacatada, coxinha+café, coxinha+café outra vez.

     Gostei de dormir no hotel.

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      Saí às 6:40 e pedalei os 38 km com morrinhos até Primavera. 

      Na casa da Nazaré só o cachorro.

      Fui pra casa do Antônio e lá fiz uma breve visita, merendei e voltei.

 Continuei andando muito suave, mesmo não havendo mais vento contra.

   Entrei em Capanema umas 14h e pouco, até  pensei em ir novamente ao hotel, mas a bicicleta queria ficar andando.

   Então segui e ao anoitecer estava em Santa Maria, onde aluguei outro quarto num hotel em frente ao terminal rodoviário (também junto a um posto de gasolina).

Não anotei o consumo do dia, o que lembro, minibolo, bolachas Maria,  bananas, iogurte, sucos, salgados, bolo pudim e muita água. 

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  No terceiro dia andei os últimos 100 km e cheguei em casa às 14h.

  Pedalei umas 33 horas e zero chuva, mas, dez minutos chegado em casa, 

choveu intensamente!



Na casa do Antônio 



Saída de Capanema




Amanhecer perto de Benevides


No posto fiscal (entrada para São Domingos do Capim)


domingo, 1 de fevereiro de 2026

Passeio 300 km (Ananindeua/Marudá/Ananindeua)






Aspecto da estrada entre São Pedro e Marapanim




 

 Depois de alguns anos voltei a andar no caminho mais de 50 vezes percorrido desde os anos 80.

  Saí de casa na minha Monark 10 às 7:40, 26/01, segunda-feira. 

  Momentos antes de sair eu estava sentindo um estranho calor, até suei um pouco.

  Andei acompanhado do barulho do trânsito.

  Ao cabo de uns 20 km andados, o céu ficou nublado.

  Parei no fruteira do Queiroz para merendar. Agora mudou o nome para Fruteira do Malhado.

  Em Castanhal caiu uma chuva com muito vento, forte e fria; uns 10 minutos.

  Depois, pelo resto do dia, chuvas de hora em hora.

  Uns 5 km antes de Terra Alta uma chuva com muitas trovoadas e um vento lateral tão forte que resolvi parar para não ser derrubado.

   Tremi de frio e fiquei com as mãos anestesiadas.

  Vesti a capa de chuva e segui após alguns minutos.

  Muita água correndo sobre a pista nas subidas e descidas.

  Parei antes São Pedro e em Araquaim para comprar água. 

   Cheguei em Marudá às 19:40. 

    Encontrei o Chico Leal com a esposa perto do terminal rodoviário e fui direto pra casa da Dedé. Tomei banho, jantei e fui dormir.

   Consumo do dia: 3,8 litros de água,  caldo de cana + coxinha, 7 minibolos, 8 mentas Halls, 3 paróquias, macarrão com ovos fritos.

   Estranhamente levantei 5 vezes durante a noite para urinar.



  De manhã, 27/01, Dedé serviu café com pão, nos despedimos, e saí às 7 horas.

  Raul estava caminhando, conversei um pouco com ele.

   Céu nublado, a primeira chuva caiu com uns 20 minutos de pedal.

   Vesti a capa, mas depois, nas próximas chuvas, sem capa.

   Passando uns 2 km de São Pedro,  parei para merendar. 

   Depois, "segui no modo automático " até Castanhal, e por sentir frio vesti novamente a capa e só parei no Queiroz para outra merenda.

   Do Queiroz para casa, 47 km sem descanso.

   Cheguei às 18:40.

   Neste dia, aproximadamente 8 horas na chuva.

   Em algumas paradas vi mutucas.

   Vi, também,  muitas formigas de asa.

   Consumo do dia: 4,2 litros de água, 3 coxinhas+ suco acerola,  5 minibolos, café +pão, café +coxinha, 6 mentas Halls, iogurte 600 ml.

   No outro dia senti uma dorzinha nos dois joelhos.




A minha bicicleta (quadro Monark 10)