domingo, 30 de agosto de 2026

Passeio 550 km (Ananindeua/Primavera/Bragança/Santa Luzia,/Ananindeua)

 Quarta-feira,  26/08/26, saí de casa com a bicicleta Monark para mais um passeio.

   

Queria sair às 5, mas acordei tarde e saí só às 6:00



Já na saída de Marituba estava este sol.

Depois de Santa Izabel, na reta das hortas, um motoqueiro me parou e falou que há décadas me encontra nas estradas e na grande Belém; me filmou e fotografou.

Na saída de Americano, lanche no Queiroz. 

Às 10:30 atravessei Castanhal e briguei com o trânsito por uma meia hora.


Lá pelas 12:30 fiquei com sono e precisei parar e baixar a cabeça algumas vezes para conseguir ficar " ligado". (Na noite anterior tomei muito café).

Em Santa Maria,  na lanchonete do posto tomei coca cola com café (sugestão de um caminhoneiro).

Em Quatro Bocas, restaurante da Nira, 16h, merenda


Depois, passei por Capanema e segui até Jaburu (cheguei às 20:20).

Na casa do Bigode, como em outras vezes que não consegui chegar a Primavera,  passei a noite.




27/08, quinta-feira. Saí às 6:18 andei os 13 km até Primavera, visitei Dona Nazaré e depois Antônio.
Saí de Primavera às 9h, voltei a Capanema e segui até Bragança (cheguei às 16:15).




Capanema ao meio-dia 



Estádio na entrada de Bragança 


Procurei a Dona Tânia na farmácia Forte na Fé.
Ela chegou mais tarde.



Na farmácia com Dona Tânia. 




Quando a farmácia fechou ela e o esposo me levaram para jantar num restaurante e depois fomos pra casa dela onde dormi.


28/08 sexta-feira. Tomei café com Dona Tânia e o esposo (melão , pão,  ovo frito), saí alegre às sete e pouco.

Fui pra Santa Luzia do Pará via ramal do Montenegro  (65 km recentemente asfaltados).

Há anos que eu queria andar nessa estrada, mas tinha receio de enfrentar areais ou costelas de vaca.




Ramal do Montenegro 

 Nos primeiros 13 km pequenos povoados com igarapés largos, sombreados, sem correnteza e com mulheres lavando roupa.

Depois, mais espaçados, povoados com nome (Nova Mocajuba, Nova Canindé).

Depois dos 65 km, mais 5 na BR e entrei em Santa Luzia.


Andei uma meia hora procurando e não achei uma lanchonete.

Quase tudo fechado.

Num ponto de venda de açaí criei coragem e tomei meio litro(tive receio de ficar com sono).






Tomando açaí em Santa Luzia do Pará 



Fui preguiçosamente até Capanema, fiz um lanche exagerado em frente ao posto de gasolina e fui ao Hotel Pacheco, onde já pernoitei duas vezes.
Aluguei o quarto, mas tive de esperar até as 21:55 para guardar a bicicleta (hora em que o encarregado chegou. Foi uma batalha contra o efeito do açaí. 


29/08 sábado.   Saí às 6:30, com as pernas cansadas desde quinta-feira. 

Com as pernas cansadas a disposição não diminui, nem a força,  mas sim a cadência. 
Agora, com vento a favor, fui me vingando das dificuldades de quarta e quinta.

Parada em Quatro Bocas,  Santa Maria,  posto fiscal km 80, Queiroz. 

Senti muito sono depois de Castanhal (14:30).

Cheguei em casa às 18:20.
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Consumo dos 4 dias: 9 mentas ice Kiss, 5 balas de café,  34 bolachas Maria,  28 bolachas Cream Crakcer, 9 bananas, 5 fatias de bolo, 600 ml caldo de cana, 4 sucos cupuaçu/maracujá,  10 salgados (coxinha/pastel) 2 sanduíches queijo/presunto, pão/melão/ovo frito, bife/arroz/macarrão/salada, café + Coca-Cola,  muitos café,  uns 20 litros de água. 
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Acostumado a andar em Belém 250 km/semana, quase tudo plano, faltou perna mas sobrou resistência. 

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Passeio 300 km (Marudá)

 Ontem, 23/08/26, fui a Marudá em mais um passeio com a minha Monark. 

Saí de casa às 7:34 e cheguei lá na casa da Dedé às 19:08.

Atravessei Castanhal ao meio-dia e parei 20 km depois para um descanso de 10 minutos (estava  com dor na nuca, menos que da outra vez).

Depois do trevo de Curuçá enfrentei vento contra, principalmente naqueles 6 km antes de Araquaim.

Consumo do dia: 6 mentas Ice Kiss, 6 minibolo, 1 pastel, 300 ml caldo de cana, uma coca lata e 5 litros de água.   Na casa da Dedé,  macarrão com ovos fritos.

Mesmo tendo tomado 5 litros de água,  só fiz pipi uma vez, às 9 da manhã. 

Quando deitei para dormir, 20:25, senti as pernas descalibradas, mas quando amanheceu estavam normais.

Hoje tomei café com pão e ovo na casa da Dedé e saí às 7:20.

Sem o vento atrapalhando, o percurso de volta foi bem confortável. 

No trevo de Curuçá uma senhora com um menino esperavam a condução e eu pedi pra ela me fotografar.


No trevo de Curuçá

Logo depois, perto da entrada para Vila Maú comprei mel de um apicultor.

Atravessei Castanhal às 14 horas e cheguei em casa às 18:20.

Consumo do dia: 3 mentas ice Kiss, 12 bolachas Maria, 170 ml iogurte, 300 ml caldo de cana,  2 coxinhas e 5 litros de água. 

Assim como ontem, também senti as pernas descalibradas, mas melhorei logo após um alongamento.

terça-feira, 23 de junho de 2026

Passeio 83 km ,(Alça Viária))

 



Em frente à entrada do Balneário Bica, que existe desde quando a rodovia foi construída. 



Ontem, 22/06/26, segunda feira,  fui andar na Alça Viária. 

Saí de casa às nove e pouco, dia bem ensolarado.

Antes de entrar na Alça Viária,  andei por umas ruas da periferia de Marituba; gosto de sair da agitação do trânsito e andar por ruas calmas e desconhecidas.

Uns dias atrás mexi no guidão, regulando ele uns 6 cm mais pra frente e tive a impressão que a força no pedal aumentou.


As subidas ficaram mais suaves.

Fui só até o km 34 e voltei.

Entrei no povoado do km 32 e fui ver até onde ia o asfalto, uns 15 minutos ida e volta.

Com 4 horas de pedal apareceu a dorzinha na nuca.

Não consegui fazer xixi, culpa do calor.

Por causa da dor abreviei o passeio e voltei direto pra casa (queria voltar pela Av.Liberdade (+23 km).

Chegando em casa, antes de tomar banho, deitei na rede uns 20 minutos, até a dor na nuca sumir.

Medi a pressão arterial e estava 8 por 5.

Fiquei com o corpo quente até a hora de dormir.

Consumo do passeio: 13 bolachas Maria,  4 mentas Halls e 2,9 litros de água. 

terça-feira, 26 de maio de 2026

Passeio 107 km sem comer

 Neste último final de semana eu iria pedalar uns 500 km em 3 dias, mas a preguiça de levantar cedo foi mais forte.

Então,  ontem, 25/05/26, segunda feira, saí de casa com a minha Monark umas oito e pouco, depois da chuva, rumo à Alça Viária. 

 O trânsito, até sair de Ananindeua,  estava muito intenso.

Embora estivesse com as bolachas na caixa, resolvi não comer nenhuma enquanto não sentisse fome.


Fui até  o km 36 da Alça. 

Privatizada recentemente, não vi nada diferente e notei que a maioria dos motoqueiros andava sem capacete e alguns até sem placas.

Subi todos os morrinhos sem esforço; estava numa velocidade de velho (o que sou).

O sol só  apareceu lá  pelas 11 horas mas parecia menos intenso...

Na volta entrei na Av Liberdade para chegar em casa com um pouco mais de 100 km percorridos.

  Em umas 8 horas pedalando sem paradas para descanso, a fome não se manifestou.

Parei num comércio a uns 5 km de casa e tomei uma coquinha; de estômago vazio, arrotei ao primeiro gole.

  Consumo do passeio: 2,8 litros de água,  6 mentas Halls e uma coquinha.

Me senti meio descalibrado, mas amanheci bem disposto.




No km 36





Na ponte sobre o Rio Guamá

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Passeio 43 km (Avenida Liberdade)

 Ontem, 19/04/26, às 13:15, saí com a minha Monark para conhecer a nova Av. Liberdade, inaugurada poucos dias atrás

.   A uns 4 km da Alça Viária 



  Chovendo, no km 4 da Alça Viária entrei na nova Av. Liberdade.

   13 km. Nenhuma esquina, nenhum prédio, apenas um retorno a uns 4 km da Alça Viária. 

    No lado que andei, além do acostamento, uma ciclovia.





   Uma cerca  (tela) de uns 2,2 m de altura em toda a extensão nos dois lados. Instalada para impedir entrada de animais, vi buracos na cerca abertos e espaços por baixo.

   Nos 13 km encontrei uma dupla de ciclistas e um outro sozinho, nenhum mais.

   Senti nas pernas alguma coisa provavelmente uns bichinhos invisíveis chamados de maruim.

   Após os 13 km cheguei na Av. Perimetral, perto da Ufpa, e voltei via Av.Almirante Barroso e bairro Jaderlândia.

   Muitas ruas alagadas (altura da água entre 10 e 30 cm).

   Consumo do passeio: 1 litro de água,  2 mentas halls e 12 bolachas Maria.

  90 por cento na chuva.



 


   Av. Liberdade chegando na Av.Perimetral.


quinta-feira, 9 de abril de 2026

Coroa especial


 Algumas semanas atrás perguntei ao meu mecânico Domingos se ele poderia adaptar uma coroa de uns 20 ou 22 dentes na minha bicicleta.


Ele desmontou uma catraca de marchas e usou as 3 lâminas maiores (28, 24 e 21 dentes).


Usando a relação 28x14 ficou semelhante ao que eu usava com a coroa normal (48/38/28).


Andei uns 20 dias e acostumei com a relação 24x14, mantendo os mesmos tempos nos percursos habituais que fazia com a coroa normal. 

Não testei na estrada, mas subi alguns viadutos repetidas vezes;  subi bem mais fácil que antes, mas fiquei ofegante com as relações mais leves.

Devolvi a pedivela com as catracas soldadas e comprei uma coroa 35.


Conclui que o ideal é adaptar uma roda aro 20 no lugar da 26.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Passeio 375 km (Ananindeua/Primavera/Ananindeua)

 No dia 30/01/26, saí com a minha Monark para mais um passeio até Primavera. 

 Na última vez que fui pra lá não consegui superar o vento contra e parei 13 km antes para continuar no outro dia.

  Desta vez, animado com a chuvarada do passeio a Marudá, calculei que haveria menos vento....

   Saí com céu nublado e depois as nuvens foram embora.

   Uma merenda no Queiroz e, saindo de Castanhal estava com 27 minutos de vantagem no cronograma programado.

    Mas, a partir daí, aquele vento chato apareceu e, só em 37 km até Santa Maria a vantagem no tempo voltou para zero.

    Estava andando a menos de 12 km/h.

    Como diria um nordestino, fiquei enfadado e resolvi  andar como um andarilho, sem expectativa de chegada.

    Fiz paradas para descansar, mesmo sem estar cansado.

    Quase chegando a Capanema passou um casal de ciclistas e o rapaz me deu 3 reais...

     Entrei em Capanema à tardinha e aluguel um quarto num hotel anexo a um posto de gasolina.

     Depois de me instalar jantei espetinho com baião de dois e vinagrete.

     Fora isso, o consumo do dia foi 3 minibolos, 3 bolachas Maria, 9 mentas Halls, 4,3 litros de água,  coxinha+caldo de cana, abacatada, coxinha+café, coxinha+café outra vez.

     Gostei de dormir no hotel.

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      Saí às 6:40 e pedalei os 38 km com morrinhos até Primavera. 

      Na casa da Nazaré só o cachorro.

      Fui pra casa do Antônio e lá fiz uma breve visita, merendei e voltei.

 Continuei andando muito suave, mesmo não havendo mais vento contra.

   Entrei em Capanema umas 14h e pouco, até  pensei em ir novamente ao hotel, mas a bicicleta queria ficar andando.

   Então segui e ao anoitecer estava em Santa Maria, onde aluguei outro quarto num hotel em frente ao terminal rodoviário (também junto a um posto de gasolina).

Não anotei o consumo do dia, o que lembro, minibolo, bolachas Maria,  bananas, iogurte, sucos, salgados, bolo pudim e muita água. 

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  No terceiro dia andei os últimos 100 km e cheguei em casa às 14h.

  Pedalei umas 33 horas e zero chuva, mas, dez minutos chegado em casa, 

choveu intensamente!



Na casa do Antônio 



Saída de Capanema




Amanhecer perto de Benevides


No posto fiscal (entrada para São Domingos do Capim)