sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Passeio 222 km - Abaetetuba

No dia 18/08/18 saí de casa bem cedo (5 horas) disposto a andar bastante.

Saí de casa na Cidade Nova e fui para a Alça Viária.
No posto da Polícia Rodoviária (km 7), ainda escuro, havia uma concentração de vários ciclistas (alguma competição?); notei que quase todos chegaram lá de carro.

Chegando ao km 9 a luz do dia apareceu.

Depois da ponte sobre o Rio Moju vieram em sentido contrário ao meu uns 3 ciclistas acompanhados de um carro de apoio (parecia treino).

Mais adiante, lá pelo km 60, fui ultrapassado por outro trio de ciclistas (estes estavam passeando).

No final da Alça Viária (km 69), às 9h47min, segui direto para o Trevo do Peteca. Foi mais ou menos uma hora, mesmo sendo próximo ao meio-dia, praticamente só na sombra das árvores.

Do Trevo do Peteca segui para Abaetetuba por um caminho que passou pela entrada da Vila de Beja.

Na saída de Abaetetuba para Moju, às 12h27min, comprei água e um pedaço de mortadela num mercadinho (exatamente no final do canteiro central).

A senhora do mercadinho mandou esta foto pelo "zap-zap" para a minha casa.

A volta, a partir daí, foi contra o vento.

Cheguei ao final da Alça Viária às 14h53min e tomei café.

Parei no km  24 e tomei um suco.

Andei no escuro os últimos 23 km e cheguei de volta à minha casa às 20h24min.

Consumo do passeio: 25 bolachas Maria, 70g de mortadela, 100 ml de café, 200 ml de suco de goiaba e 5,5 litros de água.

Aquela fadiga estranha que eu senti depois do passeio para Bujaru não aconteceu!

domingo, 2 de setembro de 2018

Viagem janeiro/18 - 3ª parte (Santa Luzia do Pará-PA/Pinheiro-MA)

09/01/18 Levantei às 4h30min. Tirei os calços que coloquei na carreta e avisei o motorista que estava na cabine.

Fiquei conversando com o rapaz da lanchonete e tomei o café. O rapaz falou que  por causa da greve da polícia a criminalidade aumentou muito no Rio Grande do Norte e estava mais acentuada justamente na região onde eu passaria.
Esperando amanhecer em S.Luzia do Pará

Mais ou menos às 6 horas segui viagem. Andei vinte e poucos km de subidas um pouco mais difíceis até Vila Nazaré (km 74) onde fiz um lanche.

O pai da moça do lanche estava doente, agia como uma criança; ela falou que ele trabalhou por  mais de 20 anos no posto de gasolina e ficou doente por ficar respirando junto ao combustível sem máscara.

 Depois a estrada ficou mais suave (exceto a subida de Cachoeira do Piriá).

Na subida de Cachoeira do Piriá
Em Cachoeira do Piriá comi 3 bananas.

Antes de chegar à divisa PA/MA caiu una chuva muito intensa e com muito vento (os pingos doíam).

Atravessei a ponte sobre o Rio Gurupi, atravessei a cidade e parei no posto Pombal para descansar um pouco. Comi umas bolachas e conversei com um caminhoneiro de Horizonte-CE que estava com a esposa e um garotinho.
No posto Pombal

Seguindo viagem, caiu outra chuva um pouco menos intensa e duas vezes mais longa que a anterior.

Passei pelo povoado 4 Bocas com parte de pista alagada e fiz merenda na entrada de Junco.

Segui viagem, cheguei a Cajueiro e me dirigi à casa de Zé Fortino.

Zé Fortino  estava cego mas com a mesma animação costumeira.

Zé Fortino e Lauro
Jantei e dormi lá.

Neste dia andei 121 km e o consumo, além das bolachas (21) e água, foi café + coxinha, café + coxinha, 3 bananas, pão + café e um prato com feijão + ovos fritos + farinha.

Nesta noite a chuva caiu sem parar.




10/01/18 Depois do café, agradeci, vesti a capa e segui na chuva. Eram 6h45min.

Em Maracaçumé passei na casa do Bil do Mel (filho do Zé Fortino) e a mulher dele mandou uma foto para minha casa pelo "zap-zap".
Em Maracaçumé-MA


Andei até o  Encruzo (agora tem o nome de um político) e fiz uma merenda.

Na saída para Pinheiro e por uns 20 km vi milhares de formigas de chuva na pista e no ar (a sorte é que elas não mordem).

Depois de uns 30 km pedalados fiz outra merenda. 

A chuva foi afinando e, faltando uns 5 km para chegar à Bacabeira (entrada para Turiaçu), tirei a capa de chuva.

Na bacabeira fiz outra merenda. Era meio-dia.

Andei mais uns vinte e poucos km cheguei a Turilândia e procurei o comércio de Marinalva (irmã de uma cliente). Estava fechado. Eram 13h50min. Esperei até as 14h40min e o comércio continuou fechado. Fiz uma merenda no comércio da esquina (fruteira) e segui (queria ir até Pinheiro neste dia).

Atravessei a ponte sobre o Rio Turiaçu e estava em Santa Helena. As duas cidades são uma só (só tem o rio no meio, como Petrolina e Juazeiro ou Ubaitaba e Aurelino Leal).

Antes de Turiaçu e depois de Santa Helena havia eucaliptos plantados nos dois lados da pista provavelmente para segurar o aterro.
Eucaliptos ao lado da pista próximo a Turilândia


Faltando uns 20 km para Pinheiro passou por mim um ciclista que alcancei mais adiante quando ele fez uma parada.

Ele andou mais devagar para conversar comigo. Falou que começou a andar de bicicleta para melhorar a saúde. Falou que um médico o orientou a tomar remédio para pressão e que teria que usar pelo resto da vida.

Começou a andar na estrada umas três vezes por semana e conseguiu ficar com a pressão normal e não tomar mais remédio (além dos outros benefícios da atividade física regular).

Entrando em Pinheiro procurei a residência de Ubaldo, irmão de outra cliente minha. Já estava visitando Ubaldo pela quarta ou quinta vez.

Tomei banho, jantei e dormi.

Neste dia andei 142 km e o consumo foi, além das bolachas e água, café, pastel de queijo + café, tapioca + leite, 3 bananas, coxinha + café, pão + bananas + café.






domingo, 12 de agosto de 2018

Minha segunda grande viagem/lua de mel - 21ª parte (Barequeçaba/Bertioga-SP)


19/11/87 Tomamos café, nos despedimos da família de José Carlos e fomos à padaria comprar bolo e leite.

Na descida do primeiro  morro caiu uma porca do eixo dianteiro da minha bicicleta; ao frear,  Ilda bateu atrás de mim e fomos ao chão.

A bicicleta de Ilda quebrou o bagageiro e nós ficamos um pouco machucados; retornamos à casa de José Carlos.

Ilda ficou na casa e eu fui de ônibus a São Sebastião comprar peças e bagageiro novo.

O pai de José Carlos ajeitou as duas bicicletas (eu só ajudei um pouco).

Almoçamos e reiniciamos a viagem às 14h30min.

Na descida de outro morro, numa curva onde havia uma cachoeira, quase perdi o controle da bicicleta. 

Ilda, que vinha atrás, não conseguiu fazer a curva e se chocou contra o barranco. Ela ficou com a mão machucada e alguns hematomas (uma mancha no rosto ficou por muitos anos até sair).

O pedal direito da minha bicicleta e o esquerdo da bicicleta da Ilda estavam tortos.

Com receio de cair de novo, fizemos algumas descidas caminhando (os freios estavam muito ruins).

Numa praia chamada Santiago, compramos pão, refrigerante e Repelex (os borrachudos estavam ficando insuportáveis).

Seguimos até Maresias. Paramos na   “Sorvetes Rochinha”.
Compramos picolés, ganhamos comida e, depois que a sorveteria fechou, armamos as redes e dormimos.


20/11/87 Saímos por volta das 7h30min.

 Em duas horas, subimos e descemos um morro a pé e entramos em Boiçucanga (Boissucanga?).

 Comprei pão e leite numa padaria e merendamos.

Depois de andar mais uns três morros menores a estrada tornou-se plana e ganhou acostamento.

Tomamos banho em uma pequena cachoeira.

Em São Lourenço comprei pão, leite, bananas e balas e fizemos outra merenda.

Continuamos até Bertioga aonde chegamos às 17h30min.

Do posto telefônico da Telesp avisei Dona Adimê  que chegaríamos à casa dela no outro dia de manhã.

Na padaria do outro lado da rua comprei bolachas e Ilda merendou.

Procuramos lugar para pernoitar e conseguimos com o pessoal da balsa.

Numa casinha, no outro lado do braço de mar, no chão, aos cuidados do Sr. Tião, funcionário da balsa.

domingo, 5 de agosto de 2018

Passeio 171 km - Bujaru


No dia 29/07, domingo passado, peguei a bicicleta para dar um passeio e notei que o pneu traseiro estava furado.

Acreditando tratar-se de um furo pequeno enchi com a bomba a saí de casa (Ananindeua) às 7h15min.

Segui pela BR até Santa Isabel.

Trânsito intenso. Encontrei muitos ciclistas (quase todos em grupos).

Na saída de Santa Isabel para Bujaru comprei bolachas num mercadinho.

A partir daí não encontrei mais ciclistas a não ser um trio (casal + filho) que me ultrapassou pela terceira vez e entrou no Balneário Porto de Minas.

Cheguei ao Porto da Balsa às 11:50.

Esperei uns 15 minutos e a balsa atravessou o Rio Guamá carregando um grande caminhão articulado e alguns carros (menos de dez).

Ao descer da balsa encostei a bicicleta num poste para encher o pneu. 

Conversei com um rapaz (mototaxista?) que disse que a partir de Bujaru eu andaria mais devagar por já estar cansado; eu respondi que  ¨velho não cansa¨.

Segui no rumo de Concórdia do Pará até o km 26, onde entrei à direita num ramal de 45 km até o km 24 da Alça Viária.

Andei 8 km no ramal e parei para encher novamente o pneu.

Muitos morrinhos, poças de água da largura da estrada, ausência de placas.

Apesar de já ter feito este percurso umas duas ou três vezes, tive de voltar em duas encruzilhadas por ter errado a direção.

Gastei 3 horas e 50 minutos para chegar até a Alça Viária. 

Desde a saída de Bujaru eu só vi dois meninos de bicicleta num povoado; motos, mais de cem.

Fiz um lanche (coxinha + suco) e enchi novamente o pneu.

No km 22, já escurecendo, fui alcançado por três ciclistas (dois rapazes e uma moça) que tinham ido até o Balneário Bica (km 33).

Eles falaram que sempre me encontram na Av. Almirante Barroso.

Caiu uma chuva de uns 15 minutos.

No km 6 derrapei no degrau do acostamento mas consegui dominar a bicicleta.

Cheguei de volta ao lar às 20h15min.



Consumo do percurso: seis balas de goma, 23 bolachas maria, uma coxinha, 300 ml de muito bom suco de goiaba e 4,3 litros de água.

Na terça-feira depois do meio-dia senti uma fadiga que só aparece 36 horas depois do exercício. Ainda não encontrei explicação para isso.

domingo, 8 de julho de 2018

Viagem janeiro/18 - 2ª parte (Ananindeua/Santa Luzia do Pará/PA)


A bicicleta pronta para viajar

07/01/18 Eu estava sem disposição no início do dia e acabei saindo de casa depois das 13 horas. 



No km 47 (Americano) parei para uma merenda no Queiroz.

Segui até Castanhal.
Visitei meu ex- cliente Bigode no Conjunto Ipê Roxo e depois fui à residência da Bia (prima da minha mulher) onde jantei e passei a noite.

Neste dia andei uns 64 km e, no percurso, comi 8 bolachas e bebi 1,5 litros de água (no Queiroz, água de coco e salsicha).
Com Bigode e esposa
Na residência da Bia

08/01/18  Depois do café despedi-me de Bia e seu homem e segui viagem.













Na minha ótica, a viagem começou de fato nesta hora (7h15min), pois o primeiro dia foi só um passeio.


Tendo pedalado menos de 10 km, numa parada para beber água, um carro parou perto de mim e um dos ocupantes era ninguém menos do que um dos muitos irmãos da minha mulher; era o Valci. Ele tirou uma foto.
Na saída de Capanema


Na entrada de Santa Maria do Pará fiz uma merenda.

O vento contra segurava a bicicleta. Na saída de Capanema outra parada para merendar.







Na saída de Santa Luzia do Pará parei no posto de gasolina.
Tomei banho e conversei com o pessoal do posto.

Ao anoitecer fui a um restaurante do outro lado da pista e comi feijão + cuscuz + ovo frito.

Eu escolhi para esta viagem o trio feijão/ovo/farinha como alimentação principal.

Neste dia andei 138 km; cairam 4 chuvas; além do café e do jantar, consumi  água, 13 bolachas, coxinha + leite, iogurte, pão c/ovo + café.

Dormi no posto, debaixo de uma carreta de bebidas.


segunda-feira, 25 de junho de 2018

Passeio 136 km (Castanhal/Vila Santa Terezinha)


Ontem, 24/06, deixei os meus clientes de lado e fui dar um passeio na estrada.

Saí de casa às 7h30min com a Monark que a minha mulher não quer mais por que está acostumada com uma bicicleta aro 20.

Estranhamente não me incomodei com o barulho do trânsito.

Na curva do Cupuaçu (km 28) havia muito arame no acostamento; parei, enrolei alguns metros e pendurei no guidon.

Eu imaginava ir para os lados de Bujaru e acabei optando por Castanhal.

Na frente no Presídio, em Americano, havia pneus queimados no sentido Castanhal/Belém e o trânsito estava interrompido.

Entrando em Castanhal, numa rótula vi uma placa indicando acesso a Marapanim e Curuçá para a esquerda e resolvi seguir pela indicação da placa.

Cheguei a uma esquina com uma estrada de piçarra logo à frente.

Perguntei aos porteiros de um condomínio e eles informaram que eu deveria retornar um ou dois quarteirões e dobrar à direita....

A estrada de piçarra levaria à Vila de Iracema.

Ganhei umas bolachas cream-cracker e escolhi seguir pela estrada de piçarra.

Durante aproximadamente uma hora vi muitas pastagens dos dois lados, mas nenhum animal pastando.

Cheguei à estrada que vai do km 9 da estrada de Curuçá ao km 12 da estrada da Vigia (28 km de extensão).

Estava asfaltada e com excelente acostamento. Nas placas estava escrito PA-242. Nas outras vezes em que andei por ela era pedras soltas, areia, poeira e costelas de vaca.

Com vento a favor passei pela Vila Santa Terezinha e voltei para casa via estrada da Vigia e BR-316.

Fiquei muito satisfeito com o conforto desta bicicleta. Nos últimos 25 km encontrei alguns ciclistas com suas bicicletas modernas, quase todos visivelmente extenuados.

Cheguei de volta às 16h10min e pedi para o  meu vizinho Bruno me fotografar.



Consumo do passeio: apenas 20 bolachas Maria e 3,9 litros de água!
 

domingo, 17 de junho de 2018

Minha segunda grande viagem/lua de mel - 20ª parte (Monsuaba-RJ/Barequeçaba-SP)

16/11/87 Depois do café nos despedimos da família de Hélio e seguimos viagem. Ganhamos para levar cocadas,  bolachas e 200 cruzados.
O dia estava nublado. Em Angra dos Reis fomos à casa de Heraldo e Maria Thereza. Conversamos com ela e Sheila, almoçamos e seguimos viagem às 14h.
Na subida do morro mostrei a Ilda o local onde fui atropelado em 1984.
Deixei um recado com a vizinha de Maria do Carmo e saímos de Angra.
Passamos por várias praias e alguns trechos planos.
Depois de passar por um desvio (deslizamento) vimos a Usina Nuclear e paramos mais adiante numa vila chamada Mambucaba.
Ficamos alojados na Polícia Rodoviária. Comprei pão e leite numa padaria.
Depois de ir ao posto telefônico armamos as redes na garagem e dormimos.

17/11/17 Comprei mais pão e leite na padaria, fizemos a primeira refeição do dia e saímos.
Encontramos ainda alguns trechos planos.
Ao lado de um restaurante na beira da estrada saía água de três canos de PVC (água do morro).



Tomando banho próximo a Parati


Em Parati compramos leite e maçãs num supermercado. Andamos um pouco pela velha cidade.





Em Parati-RJ







Depois seguimos subindo e descendo morros.
Ao final de uma longa subida atravessamos a divisa RJ/SP.
Compramos pão num bar à beira da estrada.

Saco da Ribeira (próximo a Ubatuba)



Entramos em Ubatuba ao anoitecer.
Jantamos na lanchonete de uma padaria (2 americanos + leite + coca cola).
Ilda telefonou para Albanise.
Depois de umas voltas pela cidade, fomos ao batalhão da Polícia Militar e conseguimos pernoite no alojamento.

18/11/87 Do batalhão da PM fomos à padaria tomar café (pão com manteiga + pingado).
Na saída da cidade comemos bananas na quitanda de um japonês e tiramos uma foto na praça Santos Dumont.
Na praça Santos Dumont (Ubatuba-SP)





Mais adiante comprei  leite e chocolate num supermercado. Enquanto lanchávamos matamos uma pequena cobra que estava perto de nós.
Em outro supermercado Ilda comprou pão, iogurte e rosquinhas.
Entramos em Caraguatatuba. Comprei bananas, leite e uma maçã. Fomos até uma praça e “almoçamos”.
Depois descansamos em outra praça (Ilda dormiu um pouco no banco).
Depois das 14h seguimos. Uma reta longa, um morro bem alto, alguns morros menores e entramos em São Sebastião.
Andamos um pouco na praia e descansamos numa praça à beira- mar.
Subimos mais uns morros e chegamos a Barequeçaba.
Na padaria, comprei pão, leite e balas.
Passeamos um pouco e fomos à casa de José Carlos e lá nos instalamos.
Quem nos recebeu foi o pai dele, pois José Carlos estava trabalhando na Capital SP.
Dormimos no quarto de José Carlos com o rádio FM ligado toda a noite.