sábado, 19 de maio de 2018

Viagem janeiro/18 ( Ananindeua-PA/Ceará Mirim-RN) 1ª parte = resumo










Em dezembro/2016, faltando poucos dias para minha viagem ao Rio Grande do Sul, meu amigo José Aprígio telefonou pra minha casa.

Falou que fazia muitos anos que eu não aparecia na casa dele e perguntou se algum dia eu ainda iria por lá.

Respondi que só não iria naquela oportunidade por já estar programado para visitar minha mãe.

Mas, na próxima viagem o destino seria a casa dele.





Encontro com José Aprígio em 24/01/18

E assim foi feito. Em janeiro/2018 peguei a minha Monark com traseira encurtada e pedalei uns 2.000 km em 18 dias;



Quando a preguiça for superada contarei como foi a viagem (Ananindeua/PA, Pinheiro-São Luís-Tutóia/MA, Buriti dos Lopes/PI, Viçosa do Ceará-Tianguá-Carnaubal-Canindé-Quixadá-Quixeré/CE, Mossoró-Angicos-Santa Maria-Ceará Mirim/RN).







Entre Barreirinhas e Paulino Neves, chegando no canal eólico

Na saída de Quixadá para Morada Nova/CE

domingo, 15 de abril de 2018

Minha segunda grande viagem/lua de mel- 19ª parte (Rio de Janeiro/Monsuaba-RJ

09/11/87  Saímos do apartamento  na Rua Riachuelo as nove e pouco.  Pedalamos pelas praias do Flamengo, Botafogo, Copacabana e Ipanema.

No Leblon visitamos Beth e Cristina (irmãs do Eduardo . Nos instalamos, almoçamos e fomos de ônibus visitar a igreja da Penha.


10/11/87 Visita ao Corcovado, ao centro da cidade e ao apartamento de Heitor, onde ficamos para dormir.


11/11/87 Visita ao Jardim Zoológico e Museu Nacional (Quinta da Boa Vista .


12/11/87 Após a despedida de Beth e Cristina enfrentamos um trânsito difícil e chegamos a Barra da Tijuca e visitamos José Gabriel (irmão do Fitico .

Seguimos adiante; depois de passar por uma pequena serra pedalamos até Campo Grande e visitamos Janete. 


13/11/87 Ficamos descansando na casa de Janete. Fui a uma oficina  para soldar o bagageiro da bicicleta de Ilda. Na parte da tarde jogamos cartas (pif .


14/11/87 Depois do café da manhã ajeitamos as coisas e seguimos viagem. Ganhamos dois pratos com macarrão e seis ovos cozidos para comer no caminho.

Saímos por volta das sete horas pela Avenida Brasil e logo chegamos a BR-101 - Rio-Santos.

Num ponto de apoio da empresa de ônibus EVAL paramos para descansar.

A estrada estava bem pavimentada e o vento ajudava. Passamos por Muriqui e outras praias.

Antes de uma longa subida que passava por um túnel descansamos e comemos.

Andamos adiante subindo e descendo nas curvas da Serra do Mar.

Depois de outro túnel passamos por Mangaratiba. 

Ainda passamos por várias praias. Pegamos água e tomamos banho em bicas a beira da estrada.

Entramos em Monsuaba ao anoitecer.

Na loja do Sr. Hélio perguntamos por Manoel e Maria do Carmo.

Ele nos explicou que eles moravam ali perto; Antonieta, sua muher, nos convidou para ficar.


15/11/87 Ficamos descansando; a tarde fomos com as filhas de Hélio visitar Manoel e Maria do Carmo. Voltamos a noitinha e acompanhamos a família  em um culto na igreja Assembléia de Deus.




Depois do culto eu e Ilda fomos a um posto telefônico antes de dormir na casa do Sr. Hélio. 

sábado, 31 de março de 2018

Viagem janeiro/17 - 13ª e última parte (Sertão/Venâncio Aires-RS)

25/01/17 Acordei e levantei antes das 6 horas.

Tomei café na lanchonete do posto, agradeci a camaradagem e segui.

Estava chovendo fino e a minha garganta estava doendo.

Passei por Coxilha e segui até Passo Fundo só com bolachas e água.

Muitos trechos estavam sem acostamento; empurrei a bicicleta várias vezes por falta de espaço na pista.

Na entrada de Passo Fundo perguntei o caminho mais curto para seguir no rumo de Soledade; me foi indicado seguir por dentro da cidade.




Parei numa fruteira e comprei bananas. Sentei num banco no canteiro central da avenida e fiquei descansando e comendo bananas.

As pessoas ficaram me observando curiosas mas não falaram nada.

Segui adiante e parei numa farmácia para comprar um spray para a garganta.

Fiquei conversando com um vendedor ambulante na calçada. Vi muitas pessoas andando com o celular na mão.

Na saída de Passo Fundo ainda parei numa pracinha para descansar. A garganta doía. Criei coragem e segui.






Fiz uma parada numa lanchonete em Ernestina onde havia um senhor com a mesma idade e o mesmo jeitão que eu e uma moça com a mesma idade e nome da minha filha.

Fui andando com água e bolachas e spray na garganta a todo instante.

Passei por Tio Hugo.

Depois de uma longa subida, faltando duas horas para escurecer, cheguei a um posto de gasolina de uma cooperativa.

Faltavam só 20 km até Soledade. Na lanchonete fui informado que para chegar a Soledade eu teria de enfrentar mais tres subidas parecidas com esta última; acabei desistindo e fiquei.

Quinze minutos depois caiu uma chuvarada com ventania e eu poderia ter mais problemas com a garganta.

Além disso, o pneu traseiro estava furado e apelei para o borracheiro encontrar e remendar dois furos.

Fui dormir em cima de uns pedaços de papelão numa parte coberta do posto.

Um pessoal assou umas carnes perto de mim; me convidaram mas eu não quis comer.

Nesta noite passei muito frio - o posto ficava no município chamado Mormaço - ; só consegui cochilar um pouco sentado encolhido e enrolado.

Pelas minhas contas neste dia andei só 96 km.

O consumo, alén de bolachas e água, foi pastilhas halls, 7 bombons Serenata de Amor, 2 kg bananas, um litro de leite, café com leite, pastel  com café, pão de queijo com café.



26/01/17 Fui o primeiro a entrar na lanchonete do posto. Tomei café e segui. Chovia fino.

Entrei em Soledade antes das 8h e fiz um lanche noutro posto de gasolina.

Mais adiante, no município de Fontoura Xavier, numa lanchonete, outra parada.

Quase meia hora depois que saí da lanchonete um carro fez sinal para eu parar. Era o pai dos jovens que me atenderam na lanchonete que veio atrás de mim para devolver o spray para garganta 
que eu havia esquecido no balcão

Depois passei por São José do Herval.

Numa descida longa e com muitas curvas ultrapassei uns quatro caminhões que desciam com o freio motor acionado.

Vi muito artesanato de cerâmica e couro exposto para venda em vários pontos na beira da estrada.

Depois de Pouso Novo passei por uma ponte e a estrada seguiu por muitos km entre a serra e o Rio Forqueta.

Passei por Tamanduá e Marquês de Souza.

Cheguei a Lajeado. Na passagem vi uma placa informando 'Venâncio Aires 31 km'.

Segui. Começou a chover. 

Numa parada de ônibus onde havia dois motoqueiros esperando a chuva afinar parei para comer umas bolachas e conversei com eles.


Perto de Mato Leitão merendei numa lachonete.

Andei uns 7 km no escuro para chegar a Venâncio Aires.

Neste dia andei aproximadamente 160 km. 

Consumo; bolachas, água, pastel com café e leite, coxinha com café e leite, pão de queijo com café, mais café, sanduíche mais café.

Nesta última foto já estou na casa da minha irmã. 






segunda-feira, 26 de março de 2018

Passeio 51 km na Alça Viária

Ontem, após atender alguns clientes (mais ou menos 20 km pedalados), fui pedalar na Alça Viária.

Saí de casa às 11h50min. O trânsito não estava muito intenso.

Fui até o km 20 e voltei. Tive aquela sensação gostosa de andar sozinho na estrada.

Tomei um banho de chuva entre os km 9 e 10.

Pela primeira vez notei um insistente cheiro de esterco desde a saída da BR até o km 18; muitos caminhões boiadeiros no trecho.

Andei sentindo o tal cheiro por aproximadamente duas horas e meia. Nem tive vontade de comer as bolachas que levei.

Cheguei de volta em casa às 15h18min.

O consumo do percurso foi apenas dois litros de água.

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Minha segunda grande viagem/lua de mel - 18ª parte (Linhares-ES/Rio de Janeiro-RJ)


04/11/87 Após o almoço arrumamos nossas coisas, nos despedimos de Helena (a empregada) e seguimos viagem. Eram 14h20min.

Atravessamos a ponte sobre o Rio Doce e andamos por uma estrada muito plana.

Na entrada de Jacupemba sentamos no banco de uma parada de ônibus para descansar.

Na medida em que nos aproximávamos de Guaraná surgiam curvas e subidas.

Chegamos a João Neiva por volta de 19h30min, depois de passarmos por plantações de cacau, milho, feijão e mandioca.

Fizemos uma merenda no Posto João Neiva e aceitamos uma carona num caminhão da Danone até Cachoeiro do Itapemirim, a cujo acesso nós chegamos depois da meia-noite.

Agradecemos ao motorista Maurício Couto e penduramos as redes debaixo de uma carreta sem cavalo.
Passamos frio.


05/11/87 Tomamos café no posto e fomos a Cachoeiro do Itapemirim (9 km).

Num supermercado compramos bananas e chocolate. Depois fomos andar pelo centro da cidade. Liguei para Valdecyr e em seguida fomos ao apartamento dele, onde nos instalamos e almoçamos.

Nelson, o irmão de Valcecyr, tinha um escritório de representações no apartamento.

Ficamos no apartamento o resto do dia.


06/11/87 Pela manhã, aproveitado a visita a um cliente, Nelson nos levou de carro até Vargem Alta (31 km). Região de serra.

À tarde passeamos a pé pelo centro da cidade. Compramos maçãs, macarrão, chocolate e bombons, além de picolés e refrigerantes.
À noite houve muita chuva com trovoadas.


07/11/87 Após o café (Valdecyr já havia saído), arrumamos as coisas e nos despedimos de Nelson e da empregada. Na calçada ganhamos uma camiseta (Iate Clube de Marataízes) do dono da Panificadora Kidelícia.

Saímos às 9h. Até a divisa ES/RJ a estrada era arborizada. Vimos plantações de café e cana.

Na divisa paramos num posto para descansar. Tomamos banho, pegamos água e comemos maçãs e bombons.

Depois da divisa, ainda pelos morrinhos arredondados com cafezais e canaviais, encontramos asfalto novo e acostamento excelente.

Após as 16h fizemos uma parada e comemos parte do macarrão.

À tardinha paramos no Posto Santa Cruz, a 17 km de Campos e lá ficamos.

O posto funcionava ao lado de um ponto de apoio da empresa de ônibus São Geraldo.

Dormimos com as redes debaixo de uma velha carroceria de carreta.


08/11/87 Saímos por volta das 7 h e tomamos café alguns km adiante, noutro posto.

Na entrada de Campos compramos bananas e mangas. 

Atravessamos a ponte sobre o Rio Paraíba do Sul e a cidade de Campos e continuamos pela BR-101 (péssimo acostamento).

Uns 30 km depois, num posto de gasolina havia dois caminhões do Expresso Cruzador.

Paulão, um dos motoristas, preparou almoço para nós três e nos deu carona até o Rio de Janeiro. Descemos do caminhão às 17h no km 13 da Av. Brasil (próximo ao Porcão?).

Fomos até o centro e, após um telefonema, nos dirigimos ao apartamento do Sr. Heitor.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Viagem janeiro/17 -12ª parte (General Carneiro-PR/Sertão~RS)

23/01/17 Levantei antes de clarear, arrumei minhas coisas e fui até a cabine me despedir do motorista (excelente companheiro).

 Uma visitinha ao banheiro e outra à lanchonete (sanduíche + café).

Havia uma  névoa por trás da cidade; parecia uma estranha nuvem, mas os funcionários do posto explicaram que era o "bafo" do rio.

Segui viagem. Muitas subidas acentuadas.No posto Líder, próximo ao trevo para Palmas e Pato Branco, parei para descansar.  Não entrei na lanchonete (havia muita gente). Fiquei no pátio mesmo e comi bolachas.

A partir da divisa com Santa Catarina pude notar que a estrada estava com a conservação meio precária; nada que dificultasse o deslocamento de uma bicicleta.

Num pequeno restaurante pedi pão com ovo e café e aproveitei para comprar uma caixa de leite e umas paçocas para acertar o troco..

Mais adiante, numa encruzilhada, comi um salgado+ café numa lanchonete.

Depois de mitas subidas e descidas entrei em Irani. Comprei leite e bananas num supermercado.

Seguindo viagem, enfrentei subidas e descidas longas até Concórdia (andei uma hora no escuro).

Em subidas longas que em condições normais eu intercalaria pequenas caminhadas de dois minutos, por pressão do tempo, subi  tudo pedalando e senti uma dorzinha no joelho esquerdo.

Depois que escureceu comecei a sentir uma inflamação na garganta; ela começou naquela noite que andei entre Ponta Grossa e Palmeira.





Cheguei ao posto no km 100. Conversei com alguns caminhoneiros. Tomei banho (3,00) e jantei
uma comida que demorou uns 40 minutos para chegar à mesa.



Armei a rede debaixo de um velho tanque de combustível que deveria estar lá há muito tempo, pois estava intensamente empoeirado. Amarrei e desamarrei as cordas umas cinco vezes até encontrar uma posição que me agradasse. 

Neste dia calculei ter andado 133 km.



24/01/17  Acordei, visitei banheiro e lanchonete e segui viagem.
Andei poucos km e atravessei a ponte sobre o Rio Uruguai e entrei no Rio Grande do Sul.

Faltando 5 km para Erechim fiz uma merenda (Posto Ipiranga) e o dono da lanchonete me fotografou.

Atravessei Erechim e segui no rumo de|Passo Fundo.

O acostamento estava muito ruim em vários trechos.

Notei que a numeração dos km estava diferente. Entrei num comércio de artesanato e me informei.

O rapaz falou que havia dois camnihos para Passo Fundo e que eu estava no mais curto.

Na entrada de Getúlio Vargas merendei numa lanchonete.

Fui seguindo, passei pela entrada de Estação. 

Num trevo (entrada para Sertão), já no final do dia, um ciclista que vinha em sentido contrário falou alguma coisa e parou; não entendi e atravessei a pista para conversar com ele.  




Ele (Altemir) disse que mora em Estação e que fazia um percurso na redondeza umas três vezes por semana.

Colocou o celular no chão no outro lado da pista e veio para aparecer na foto junto comigo.

Conversamos um pouco, ele voltou para Estação e eu andei uma curva para chegar ao posto Ipiranga (Asa Branca).

Tomei banho (5,00) e fiz um lanche. Começou a chover muito forte e com vento. Não dava para dormir debaixo do caminhão.




Fiquei no escritório do posto até que uma funcionária sugeriu que eu falasse com o dono do restaurante ao lado, onde havia uma parte coberta boa para dormir.

Ele indicou o lugar onde já havia um gancho para rede.

O dono do restaurante (esqueci o nome) era caminhoneiro e, sempre que vinha a Belém, visitava um irmão (ou primo?)  que morava próximo a um posto de gasolina na BR.

Neste dia calculei ter andado 110 km.

Consumo do dia: salgado + café, café com leite, salgado + café, salsicha + café, prato feito, água e muitas bolachas.









segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Minha segunda grande viagem/lua de mel - 17ª parte (Teixeira de Freitas-BA/Linhares-ES)

30/10/87 Tomamos café numa banca que vendia mingau em copos de vidro. Havia muitas pessoas esperando condução.

Fomos ao centro da cidade procurar Ana Silva Santos. O endereço que eu tinha era de uma loja onde ela havia trabalhado e não conseguimos encontrá-la.

Compramos bolachas, Leite de Rosas, sabonete e iogurte num supermercado.

Numa oficina troquei o pneu dianteiro com o traseiro da minha bicicleta.

Estávamos com a barriga estragada.

Seguimos viagem. Estávamos nos sentindo mal e fracos. Paramos várias vezes para descansar. Ilda vomitava.

Em algumas barraquinhas à beira da estrada comemos muitos mamões grátis.

O sol sumiu e veio uma névoa seca.

Passamos pela entrada para Posto da Mata e entramos num posto de gasolina.
No galpão de estacionamento de caminhões nos instalamos e penduramos as redes.

Descansamos o resto da tarde. Escureceu e choveu a noite toda.

31/10/87 Ainda com a barriga estragada e sintomas de fraqueza, apesar do longo descanso, tomamos café e seguimos no meio da chuva.

A uns 10 km da divisa Bahia/Espírito Santo descansamos num posto fiscal. Ganhamos café e ficamos conversando com um policial.

Estávamos com o nariz escorrendo (coriza) e o policial nos ofereceu um rapé feito por ele mesmo. Cheiramos e a coriza passou.

A chuva afinou e continuamos.

Em Pedro Canário comprei bolachas num supermercado e fizemos uma merenda.

Oito km adiante, no Posto Floresta, outra merenda.

O dono do hotel onde eu havia dormido em 1984 me reconheceu e achou que na próxima viagem eu passaria lá com alguma criança também...

Depois, um longo e reto sobe e desce até São Mateus. Alguns canaviais e muitas plantações de eucalipto.

Entramos em São Mateus ao anoitecer.
Comprei quatro maçãs num supermercado e seguimos até o Posto Flecha.

Conseguimos pernoite debaixo de um Volvo branco de Rio Bonito-RJ que carregava 42 toneladas de minério cromo para a Bayer.

01/11/87 Tomamos café na lanchonete e saímos às sete horas. Eu me sentia cansado.

Seguimos lentamente pelo grande tobogã entre eucaliptos.

Num posto merendamos com leite e queijo.

Descansamos numa parada de ônibus na entrada para Jaguaré.

Passamos pela reserva florestal Sooretama.

Depois, noutro posto, almoçamos PF (prato feito).

Noutra parada de ônibus descansamos e comemos picolé.

Em Córrego D’água pedimos água numa lanchonete.

Entramos em Linhares ao anoitecer e procuramos a casa de Paulo José Lopes.

Lá chegando, encontramos ele, Dalva (esposa) e o filho de 3 anos (Marcelo).

Jantamos, telefonamos para os familiares, assistimos TV e fomos dormir.


02 e 03/11/87 Ficamos descansando na casa de Paulo.