domingo, 25 de junho de 2023

Passeio 372 km - Ananindeua/Primavera/Ananindeua

 No dia 17/06 passado saí com a minha Monark para mais um passeio.

  Deveria ser no final de maio, mas eu estava com uma fraqueza igual de COVID.

  Como nas outras vezes, havia intenso trânsito na BR 316.

   O sol bem quente, desconfortável para a maioria das pessoas.

   Cinco paradas para merendar na ida e quatro na volta.

   Chegada em Primavera às 20:55.

    Fiquei conversando com uma vizinha alguns minutos até Dona Nazaré chegar da igreja.

   Ela ainda se deu ao trabalho de cozinhar e jantamos.

   Fui dormir na minha rede e fui acordado por Dona Nazaré quase 7 horas da manhã.

   Tomei café e iniciei o percurso de volta.

   Na ida fui por Castanhal/Santa Maria/Capanema.

   Queria voltar por Peixe Boi e São Francisco mas acordei muito tarde 

   Cheguei em casa às 21:48.

   A velocidade média dos 372 km foi 12,92 km/h.

   A pedivela de criança (140 mm) diminuiu a força e perdi muito tempo nas subidas; eu achei que compensaria a força menor com giro, mas, com a carga na bicicleta a prática não confirmou a teoria.

   Fiquei com a bunda doendo por alguns dias 

   Chuva, na ida, muita, a partir das 15h; na volta só uma chuvinha nos últimos 8 km.

   Consumo dos dois dias na estrada: 7 salgados, 18 bolachas Maria, 2 paçoquinhas, dois fatias de bolo, 1 coca 600 ml, suco de cupuaçu, caldo de cana, iogurte duas vezes, café três vezes, 7,3 litros de água.


   Aquela sonolência perto do meio-dia desta vez não aconteceu.


    Sintomas de cansado, nenhum.




Trânsito a 17 km de Belém 




Parada para merendar em Quatro Bocas 




Entrada de Capanema vindo de Primavera 



  

terça-feira, 20 de junho de 2023

Uriboca Velha/Curuçambá


 Hoje, 8 de junho, feriado, saí com a minha Monark às 11:32 para mais um passeio.


Estava bem quente, do jeito que eu gosto.


Andei na Alça Viária até o km 14; corrente fazendo chen chen e trânsito muito intenso.

Na volta, mais ou menos no km 4, entrei num outro caminho (foto).

No princípio era uma estradinha de piçarra mas ao andar o primeiro km cheguei ao asfalto.

Era a rua da Uriboca Velha (Marituba).

Um trecho sossegado, durou só 18 minutos para chegar à BR. 

Atravessei Ananindeua e entrei na Estrada do Curuçambá.

Fui até o final, depois do campo do São Francisco que não existe mais.

Voltei pelo lado das hortas.

Passei naquele igarapé perto do final da avenida principal do PAAR (hoje é um valão de esgoto).

Tudo asfaltado e urbanizado 

Um tempo depois de chegar em casa senti uma tonturazinha; a pressão estava 8/5.

Engoli um pouco de sal