sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Viagem janeiro/18 - 5ª parte (Bacabeira/Tutóia-MA)

12/01/18 Acordei antes de amanhecer e ajeitei o pneu furado (arame). Agradeci a camaradagem e segui. 
No primeiro km parei numa borracharia e calibrei os pneus;

Passei pela cidade de Bacabeira e segui no rumo de Rosário (menos de 10 km).

Na saída de Rosário fiz uma paradinha e me concentrei pois sabia que não conseguiria chegar a Barreirinhas neste dia.


Na saida de Rosário-MA
Não havia subidas difíceis mas o vento atrapalhava bastante.

Em Morros parei num mercadinho e comprei bananas, leite e bolachas. 

Estrada em boas condições, pouco movimento.

Andei quase todo o tempo pedalando a 60/65 giros por minuto (a cadência mais confortável para andar contra o vento).

Na entrada para Humberto  de Campos parei num posto de gasolina para descansar e pedir água.

Um senhor que estava abastecendo a picape disse que na entrada para Santo Amaro havia um restaurante onde eu conseguiria um bom lugar para pernoitar.

Pedalei mais uns 30 km (4 km no escuro) e cheguei lá.

Era um restaurante pequeno mas o atendimento muito bom.

Atrás do restaurante  havia uma construção redonda de uns 15m de diâmetro com um banheiro e espaço para pendurar dezenas de redes.

No restaurante conheci o Marjory, um rapaz de Medianeira-PR. Ele anda de bicicleta com uma linda mulher e um cachorrinho. Faz artesanato para vender e ganhar algum dinheiro. 

Marjory contou que encontrou o Dil Lopes (no Ceará?) e um bocado de outros ciclistas "malucos" por aí, a maioria gaúchos.

Eu vi Marjóry Major no facebook (muitas fotos bonitas). 


Com Marjory no restaurante (entrada para Santo Amaro do Maranhão)



Neste dia percorri 141 km e o consumo foi pão+café, bolo+café, coxinha+café, leite, bananas, bolachas, bolo+café, bolo+café, 5,5 litros de água e um prato com feijão+ovos fritos+farinha.

13/01/18 Fui o primeiro a tomar café. A dona do restaurante não quis cobrar pelo pernoite mas eu fui tão bem tratado que dei uma "gorjeta". 

Saí às 5h50min.

A filha da dona estava na frente do restaurante esperando ônibus para ir ao colégio em Barreirinhas (uns 80 km).


Andei bem por umas duas horas até que o vento começasse a se impor.

A partir de um determinado ponto começaram a passar por mim alguns grupos de ciclistas e uns carros de apoio. Pensei que fosse algum tipo de turismo, pois muitos dos ciclistas eram não muito jovens e até meio gordinhos.

Faltando 17 km para chegar a Barreirinhas, exatamente onde acabou o acostamento, parei para merendar.

Lá estava uma parte daqueles ciclistas que passaram por mim e fiquei sabendo que era uma competição!





Junto com ciclistas após uma prova de estrada a 17 km de Barreirinhas-MA


Entrei em Barreirinhas e, quando me informei sobre a saída para Paulino Neves, tive de voltar uns 3 km.

Saí de Barreirinhas às 11h50min.

Uma estrada simplesmente horrível. Pedras soltas, costelas de vaca, vento com areia. Em alguns povoados havia calçamento de blocos de concreto.

Parei em dois povoados para descansar e merendar.

Na saída do último povoado fiz esta foto.





A uma curva do canal eólico entre Barreirinhas e Paulino Neves-MA

Quando acabou a pavimentação encontrei areia com brita e tive que empurrar a bicicleta olhando para o chão.

Depois de uns 15 minutos caminhando na ventania com areia (não podia nem abrir a lona para beber água), parou ao meu lado uma picape com placas do Rio de Janeiro e ofereceu carona.

A carona durou exatos 5 minutos. Desci da picape, ela seguiu para a esquerda e eu segui em frente poucos minutos até entrar em Paulino Neves. 

Mais uma parada para merendar e pegar água, atravessei a cidade e saí para Tutóia às 14h50min.

Passei por vários igarapés (riachos) mas não tomei banho mesmo estando muito sujo.


Local de pernoite em Tutóia-MA
Em Tutóia procurei o comércio da irmã de um cliente meu e a dona que já me conhecia de outra viagem (ver postagem Carta para Tutóia) indicou este hotel, por conta dela.






Neste dia percorri 131 km e o consumo foi bolo+café, coxinha+café, coca-cola, 1 litro de leite, 6 bananas, café, bolachas,
6,1 litros de água e um prato com feijão, ovos fritos e farinha.


segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Minha segunda grande viagem/lua de mel - 23ª e última parte (São Paulo-SP/Venâncio Aires-RS)

26/11/87 Eu estava decidido a terminar a viagem de carona; a Ilda estava com desconforto na mão por causa daquela queda na Rio-Santos e o trecho São Paulo/Curitiba, além de difícil por causa das serras, era muito perigoso por causa da intensidade do trânsito.

Ilda até queria ir de bicicleta mas eu estava muito preocupado.

Saímos do apartamento de Ruben às 4h da madrugada para evitar o trânsito. 

Passamos pelo centro e fomos na direção da Rodovia Ayrton Senna, depois a Via Dutra.
No Bairro dos Caminhoneiros (Guarulhos) procuramos a filial do Expresso Cruzador.

Chegamos lá bem antes de abrir a transportadora.

Quando abriu, fomos ao escritório falar com o gerente.

Mostrei a ele uma cartinha de recomendação que o Sr. Schultz fez para mim e perguntei se era possível conseguir uma carona até Venâncio Aires.

O gerente logo respondeu que não, pois o motorista que der carona "vai pra rua".

Pedi então a ele que perguntasse a alguém lá de Venâncio Aires quando houvesse uma ligação...

Em poucos minutos aconteceu a tal ligação; era o Sr. Schultz em pessoa.


Conversei brevemente com ele e passei o telefone para o gerente.

Mesmo estando a uns 3 metros, ouvi claramente o Sr. Schultz falar "manda eles pelo primeiro caminhão!".

Chegou um Scania novinho, cabine branca, o motorista sozinho.

Subimos na espaçosa cabine e saímos de São Paulo.

O motorista falou que não gosta de dar carona e que só estava nos levando porque "o patrão mandou".

Durante a conversa, sendo ele morador de Venâncio Aires, perguntou quem eram meus pais.

Ele então falou que havia sido aluno do meu pai (a partir daí eu e a Ilda fomos tratados com muitas mordomias até chegar a V. Aires).

Neste dia dormimos no posto em General Carneiro. 

Ao colocar as redes para dormir debaixo da carreta ele nos entregou um cobertor de lã (casal); tentei dizer que não era necessário mas ele respondeu "vocês vão precisar".

Pois o frio foi aumentando e nós colocamods uma rede dentro da outra, usamos o cobertor e ainda sentimos frio!.


27/11/87 Saímos de General Carneiro e chegamos a Venâncio Aires às 16h.

Descemos do caminhão com as bicicletas em frente a um bar, a menos de 1 km da casa de minha mãe.

O caminhoneiro nos convidou para ficar com ele no bar, mas nós estávamos ansiosos.

Agradecemos pela camaradagem e fomos até a casa da mãe (a minha casa).

Acabou a viagem.

Estava programado que voltaríamos ao Pará em janeiro/88, mas, por insistência do meu chefe, antecipamos para a última semana de dezembro (ônibus).


domingo, 7 de outubro de 2018

Passeio 540 km - Ananindeua/Primavera/Mãe do Rio/Ananindeua)

No dia 25/08/18 saí de casa às 5h05min para um passeio de três dias.

Logo nos primeiros quilômetros percebi que a bicicleta estava mais pesada (carga).

Na saída de Americano parei no Queiroz e fiz um lanche.

Passei por Castanhal às 9h05min, São Francisco às 10h45min e Igarapé-Açu às 12h35min.

Em Igarapé-Açu fiz outra merenda.

Uns 8 km depois, chuva de 10 minutos.

Em Nova Timboteua, às 15h20min, outra merenda.

Segui no rumo de Salinópolis até Santa Luzia (18h35min).

Andei mais uns 3 km e fiz mais uma merenda.

No escuro segui até Primavera onde cheguei às 20h15min.

Conversei rapidamente com o Sr. Badu que estava fechando o comércio e mais tarde consegui pernoite na casa da Nazaré, irmã do Antônio.

Neste dia andei mais que 195 km e o consumo foi 5,5 litros de água, coxinha + café, coxinha + café, 330 ml iogurte, 7 bananas, pastel + suco, 5 minibolo.
Na frente da casa da Nazaré

A Nazaré e um rapaz foram dormir na casa do Seu Cândido (pai dela),


26/08/18 Acordei bem cedo tomei café com o Mauro e saí às 5h40min.







Num comércio entre o povoado Jaburu e Capanema fiz uma merenda.

Em Capanema comprei umas bananas e fiz outra merenda na saída para o Maranhão.

Passei por Santa Maria do Pará às 12h10min e São Miguel do Guamá às 14h50min.

De São Miguel em diante andei numa média de 12 km/h e andei uma meia hora no escuro para chegar a Mãe do Rio.





Em Mãe do Rio
Lá fiquei no hotel em frente ao posto de gasolina
por conta de um pessoal que me conhece pela internet ("mordomia"). 

O rapaz de camisa preta é um dos meninos que encontrei no primeiro dia da minha viagem de janeiro/17 (Murilo?).

Ele cresceu muito em 19 meses!







Neste dia andei menos de 170 km e o consumo foi café + 2 minibolo + 1 banana, pão c/ovo + café, pastel + café, 1 litro água de coco, 5,2 litros de água, café, pão c/ovo + suco.




27/08/18 Acordei cedo, tomei café na frente do posto de gasolina e, por orientação do recepcionista do hotel, fiquei aguardando por um senhor que viria conversar comigo.
Saindo da balsa do Acará

Tomei café novamente no hotel e, como o tal senhor estivesse demorando e eu não podia esperar muito, falei com o recepcionista e, após ele fazer uma ligação fui liberado.

Quando achei a saída para Santana do Capim eram 7h30min.





Com vento a favor andei bem. Fiz uma parada em Concórdia do Pará e outra faltando 16 km para o Acará. (merenda).

Chegando à beira do rio fiz outra merenda e atravessei na balsinha. O condutor tirou esta foto com o celular dele e enviou para minha casa pelo"zap".

Eram 13h. Andei os 14 km até a perna sul e vi muitas máquinas trabalhando na estrada para Moju.

Na perna sul havia milhares de buracos, muitos já reparados.

Faltando 6 km para a Alça Viária fiz outra merenda.

Na Alça Viária. entre os km 30 e 26 caiu uma chuva forte e bem gelada.

No km 24 outra merenda e um bocado de conversa com o pessoal da lanchonete.

Já andando no escuro encontrei, no km 9, um rapaz carregando a mulher na garupa com uma mochila no colo. Não tinha nenhuma luz e não enxergava nada no chão.

Ele falou que trabalha num sítio ali perto e faz o percurso no escuro com freqüência!

Cheguei a minha casa às 20h30min;

Neste dia andei 184 km e consumi 5 litros de água, coxinha + café, bolo + café, coxinha + suco, pizza + café, bolo + café, bolo + refrigerante,  2 coxinhas + 2 sucos.


A coisa diferente foi o consumo de zero bolachas, apesar de ter levado junto.


sábado, 6 de outubro de 2018

Viagem janeiro/18 - 4ª parte (Pinheiro/Bacabeira-MA)




11/01/18 Depois de tomar café agradeci ao Sr. Ubaldo e saí de Pinheiro às 6h45min.

Na direção de São Luís a estrada começou plana e as subidas foram suaves nos primeiros 40 km.
Dil Lopes, do Chuí ao Oiapoque
Parei duas vezes para merendar.

Faltando uns 30 km para chegar ao porto da balsa (Cujupe), encontrei este viajante (Dil Lopes), morador de Porto Alegre-RS quando não está na estrada.

Ele estava viajando do Chuí ao Oiapoque.

Conversamos um pouco e detalhei todo o percurso que ele faria até Belém.

Pedalei mais uns 30 km; as subidas cada vez mais difíceis, usei a coroa menor (28).

No porto da balsa, às 14h31min, comprei a passagem (11 reais) e entrei na balsa junto com a última ambulância.

Chegamos ao outro lado às 15h56min.

Pedalei uns 22 km e cheguei à BR, próximo ao Complexo Penitenciário Pedrinhas.

Parei numa feira e fiz uma merenda.

Merece registro a quantidade de sujeira e irregularidades no acostamento.

Quando escureceu eu estava  na ponte do Estreito.

O asfalto novo com excelente acostamento  foi uma boa surpresa. E vento a favor.

O pneu dianteiro furou; parei para trocar a câmara, mas vários mosquitos picando me fizeram
seguir enchendo o pneu a cada 3 km.

Cheguei a um posto (Posto Bacanga) 3 km antes da Bacabeira (acesso a Rosário).

Havia morcegos no posto.


Depois de tomar banho um funcionário armou a rede em dois pilares redondos e muito lisos (eu jamais conseguiria tal proeza).

Ganhei  frutas.

Neste dia andei uns 140 km.

Além de 6 litros de água consumi bolachas, café + pão, café + pastel, ovos + farinha, 4 bananas, maçã e uvas.





domingo, 30 de setembro de 2018

Minha segunda grande viagem/lua de mel - 22ª parte (Bertioga/São Paulo-SP))

21/11/87 Levantamos às 5h50min. Agradecemos ao Sr. Tião e seguimos viagem.

A estrada ia serpenteando entre o braço de mar e alguns morrinhos.

Ao nos afastarmos do braço de mar fomos atacados por mutucas na cabeça; 

sofremos por alguns km e só conseguimos nos livrar delas quando entramos na fumaça de uma queimada.

Em Perequê, praia de pescadores, merendamos pão c/manteiga + pingado.

Depois passamos pela praia de Pernambuco e nos aproximamos de Guarujá.

Andamos pela praia da Enseada e depois fomos à casa de Dona Adimê no  Bairro Vicente de Carvalho.

Ficamos desfrutando das mordomias da família (Adimê/Ovídio e filhos Marcelo e Marco) até o dia 23/11.

24/11/87 Ajeitamos as bicicletas, agradecemos a hospitalidade e seguimos pela estrada Piaçaguera até Cubatão.


Levamos junto pão c/ovo + suco de laranja dados por Dona Adimê.


Passamos pela poluída Cubatão e suas refinarias e subimos a serra pelo Caminho do Mar (uns 7 km).


Chegando ao alto andamos uns 12 km às margens da Represa Billings (vimos vários pescadores de anzol).


Entramos na Via Anchieta, passamos por São Bernardo e chegamos a São Paulo.


Ilda ficou impressionada com a intensidade do trânsito; andamos por várias calçadas até chegarmos à Rua Teixeira da Silva onde nos alojamos no apartamento de Ruben Froemming; ficamos lá descansando no dia 25/11. 

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Passeio 222 km - Abaetetuba

No dia 18/08/18 saí de casa bem cedo (5 horas) disposto a andar bastante.

Saí de casa na Cidade Nova e fui para a Alça Viária.
No posto da Polícia Rodoviária (km 7), ainda escuro, havia uma concentração de vários ciclistas (alguma competição?); notei que quase todos chegaram lá de carro.

Chegando ao km 9 a luz do dia apareceu.

Depois da ponte sobre o Rio Moju vieram em sentido contrário ao meu uns 3 ciclistas acompanhados de um carro de apoio (parecia treino).

Mais adiante, lá pelo km 60, fui ultrapassado por outro trio de ciclistas (estes estavam passeando).

No final da Alça Viária (km 69), às 9h47min, segui direto para o Trevo do Peteca. Foi mais ou menos uma hora, mesmo sendo próximo ao meio-dia, praticamente só na sombra das árvores.

Do Trevo do Peteca segui para Abaetetuba por um caminho que passou pela entrada da Vila de Beja.

Na saída de Abaetetuba para Moju, às 12h27min, comprei água e um pedaço de mortadela num mercadinho (exatamente no final do canteiro central).

A senhora do mercadinho mandou esta foto pelo "zap-zap" para a minha casa.

A volta, a partir daí, foi contra o vento.

Cheguei ao final da Alça Viária às 14h53min e tomei café.

Parei no km  24 e tomei um suco.

Andei no escuro os últimos 23 km e cheguei de volta à minha casa às 20h24min.

Consumo do passeio: 25 bolachas Maria, 70g de mortadela, 100 ml de café, 200 ml de suco de goiaba e 5,5 litros de água.

Aquela fadiga estranha que eu senti depois do passeio para Bujaru não aconteceu!

domingo, 2 de setembro de 2018

Viagem janeiro/18 - 3ª parte (Santa Luzia do Pará-PA/Pinheiro-MA)

09/01/18 Levantei às 4h30min. Tirei os calços que coloquei na carreta e avisei o motorista que estava na cabine.

Fiquei conversando com o rapaz da lanchonete e tomei o café. O rapaz falou que  por causa da greve da polícia a criminalidade aumentou muito no Rio Grande do Norte e estava mais acentuada justamente na região onde eu passaria.
Esperando amanhecer em S.Luzia do Pará

Mais ou menos às 6 horas segui viagem. Andei vinte e poucos km de subidas um pouco mais difíceis até Vila Nazaré (km 74) onde fiz um lanche.

O pai da moça do lanche estava doente, agia como uma criança; ela falou que ele trabalhou por  mais de 20 anos no posto de gasolina e ficou doente por ficar respirando junto ao combustível sem máscara.

 Depois a estrada ficou mais suave (exceto a subida de Cachoeira do Piriá).

Na subida de Cachoeira do Piriá
Em Cachoeira do Piriá comi 3 bananas.

Antes de chegar à divisa PA/MA caiu una chuva muito intensa e com muito vento (os pingos doíam).

Atravessei a ponte sobre o Rio Gurupi, atravessei a cidade e parei no posto Pombal para descansar um pouco. Comi umas bolachas e conversei com um caminhoneiro de Horizonte-CE que estava com a esposa e um garotinho.
No posto Pombal

Seguindo viagem, caiu outra chuva um pouco menos intensa e duas vezes mais longa que a anterior.

Passei pelo povoado 4 Bocas com parte de pista alagada e fiz merenda na entrada de Junco.

Segui viagem, cheguei a Cajueiro e me dirigi à casa de Zé Fortino.

Zé Fortino  estava cego mas com a mesma animação costumeira.

Zé Fortino e Lauro
Jantei e dormi lá.

Neste dia andei 121 km e o consumo, além das bolachas (21) e água, foi café + coxinha, café + coxinha, 3 bananas, pão + café e um prato com feijão + ovos fritos + farinha.

Nesta noite a chuva caiu sem parar.




10/01/18 Depois do café, agradeci, vesti a capa e segui na chuva. Eram 6h45min.

Em Maracaçumé passei na casa do Bil do Mel (filho do Zé Fortino) e a mulher dele mandou uma foto para minha casa pelo "zap-zap".
Em Maracaçumé-MA


Andei até o  Encruzo (agora tem o nome de um político) e fiz uma merenda.

Na saída para Pinheiro e por uns 20 km vi milhares de formigas de chuva na pista e no ar (a sorte é que elas não mordem).

Depois de uns 30 km pedalados fiz outra merenda. 

A chuva foi afinando e, faltando uns 5 km para chegar à Bacabeira (entrada para Turiaçu), tirei a capa de chuva.

Na bacabeira fiz outra merenda. Era meio-dia.

Andei mais uns vinte e poucos km cheguei a Turilândia e procurei o comércio de Marinalva (irmã de uma cliente). Estava fechado. Eram 13h50min. Esperei até as 14h40min e o comércio continuou fechado. Fiz uma merenda no comércio da esquina (fruteira) e segui (queria ir até Pinheiro neste dia).

Atravessei a ponte sobre o Rio Turiaçu e estava em Santa Helena. As duas cidades são uma só (só tem o rio no meio, como Petrolina e Juazeiro ou Ubaitaba e Aurelino Leal).

Antes de Turiaçu e depois de Santa Helena havia eucaliptos plantados nos dois lados da pista provavelmente para segurar o aterro.
Eucaliptos ao lado da pista próximo a Turilândia


Faltando uns 20 km para Pinheiro passou por mim um ciclista que alcancei mais adiante quando ele fez uma parada.

Ele andou mais devagar para conversar comigo. Falou que começou a andar de bicicleta para melhorar a saúde. Falou que um médico o orientou a tomar remédio para pressão e que teria que usar pelo resto da vida.

Começou a andar na estrada umas três vezes por semana e conseguiu ficar com a pressão normal e não tomar mais remédio (além dos outros benefícios da atividade física regular).

Entrando em Pinheiro procurei a residência de Ubaldo, irmão de outra cliente minha. Já estava visitando Ubaldo pela quarta ou quinta vez.

Tomei banho, jantei e dormi.

Neste dia andei 142 km e o consumo foi, além das bolachas e água, café, pastel de queijo + café, tapioca + leite, 3 bananas, coxinha + café, pão + bananas + café.