domingo, 8 de julho de 2018

Viagem janeiro/18 - 2ª parte (Ananindeua/Santa Luzia do Pará/PA)


A bicicleta pronta para viajar

07/01/18 Eu estava sem disposição no início do dia e acabei saindo de casa depois das 13 horas. 



No km 47 (Americano) parei para uma merenda no Queiroz.

Segui até Castanhal.
Visitei meu ex- cliente Bigode no Conjunto Ipê Roxo e depois fui à residência da Bia (prima da minha mulher) onde jantei e passei a noite.

Neste dia andei uns 64 km e, no percurso, comi 8 bolachas e bebi 1,5 litros de água (no Queiroz, água de coco e salsicha).
Com Bigode e esposa
Na residência da Bia

08/01/18  Depois do café despedi-me de Bia e seu homem e segui viagem.













Na minha ótica, a viagem começou de fato nesta hora (7h15min), pois o primeiro dia foi só um passeio.


Tendo pedalado menos de 10 km, numa parada para beber água, um carro parou perto de mim e um dos ocupantes era ninguém menos do que um dos muitos irmãos da minha mulher; era o Valci. Ele tirou uma foto.
Na saída de Capanema


Na entrada de Santa Maria do Pará fiz uma merenda.

O vento contra segurava a bicicleta. Na saída de Capanema outra parada para merendar.







Na saída de Santa Luzia do Pará parei no posto de gasolina.
Tomei banho e conversei com o pessoal do posto.

Ao anoitecer fui a um restaurante do outro lado da pista e comi feijão + cuscuz + ovo frito.

Eu escolhi para esta viagem o trio feijão/ovo/farinha como alimentação principal.

Neste dia andei 138 km; cairam 4 chuvas; além do café e do jantar, consumi  água, 13 bolachas, coxinha + leite, iogurte, pão c/ovo + café.

Dormi no posto, debaixo de uma carreta de bebidas.


segunda-feira, 25 de junho de 2018

Passeio 136 km (Castanhal/Vila Santa Terezinha)


Ontem, 24/06, deixei os meus clientes de lado e fui dar um passeio na estrada.

Saí de casa às 7h30min com a Monark que a minha mulher não quer mais por que está acostumada com uma bicicleta aro 20.

Estranhamente não me incomodei com o barulho do trânsito.

Na curva do Cupuaçu (km 28) havia muito arame no acostamento; parei, enrolei alguns metros e pendurei no guidon.

Eu imaginava ir para os lados de Bujaru e acabei optando por Castanhal.

Na frente no Presídio, em Americano, havia pneus queimados no sentido Castanhal/Belém e o trânsito estava interrompido.

Entrando em Castanhal, numa rótula vi uma placa indicando acesso a Marapanim e Curuçá para a esquerda e resolvi seguir pela indicação da placa.

Cheguei a uma esquina com uma estrada de piçarra logo à frente.

Perguntei aos porteiros de um condomínio e eles informaram que eu deveria retornar um ou dois quarteirões e dobrar à direita....

A estrada de piçarra levaria à Vila de Iracema.

Ganhei umas bolachas cream-cracker e escolhi seguir pela estrada de piçarra.

Durante aproximadamente uma hora vi muitas pastagens dos dois lados, mas nenhum animal pastando.

Cheguei à estrada que vai do km 9 da estrada de Curuçá ao km 12 da estrada da Vigia (28 km de extensão).

Estava asfaltada e com excelente acostamento. Nas placas estava escrito PA-242. Nas outras vezes em que andei por ela era pedras soltas, areia, poeira e costelas de vaca.

Com vento a favor passei pela Vila Santa Terezinha e voltei para casa via estrada da Vigia e BR-316.

Fiquei muito satisfeito com o conforto desta bicicleta. Nos últimos 25 km encontrei alguns ciclistas com suas bicicletas modernas, quase todos visivelmente extenuados.

Cheguei de volta às 16h10min e pedi para o  meu vizinho Bruno me fotografar.



Consumo do passeio: apenas 20 bolachas Maria e 3,9 litros de água!
 

domingo, 17 de junho de 2018

Minha segunda grande viagem/lua de mel - 20ª parte (Monsuaba-RJ/Barequeçaba-SP)

16/11/87 Depois do café nos despedimos da família de Hélio e seguimos viagem. Ganhamos para levar cocadas,  bolachas e 200 cruzados.
O dia estava nublado. Em Angra dos Reis fomos à casa de Heraldo e Maria Thereza. Conversamos com ela e Sheila, almoçamos e seguimos viagem às 14h.
Na subida do morro mostrei a Ilda o local onde fui atropelado em 1984.
Deixei um recado com a vizinha de Maria do Carmo e saímos de Angra.
Passamos por várias praias e alguns trechos planos.
Depois de passar por um desvio (deslizamento) vimos a Usina Nuclear e paramos mais adiante numa vila chamada Mambucaba.
Ficamos alojados na Polícia Rodoviária. Comprei pão e leite numa padaria.
Depois de ir ao posto telefônico armamos as redes na garagem e dormimos.

17/11/17 Comprei mais pão e leite na padaria, fizemos a primeira refeição do dia e saímos.
Encontramos ainda alguns trechos planos.
Ao lado de um restaurante na beira da estrada saía água de três canos de PVC (água do morro).



Tomando banho próximo a Parati


Em Parati compramos leite e maçãs num supermercado. Andamos um pouco pela velha cidade.





Em Parati-RJ







Depois seguimos subindo e descendo morros.
Ao final de uma longa subida atravessamos a divisa RJ/SP.
Compramos pão num bar à beira da estrada.

Saco da Ribeira (próximo a Ubatuba)



Entramos em Ubatuba ao anoitecer.
Jantamos na lanchonete de uma padaria (2 americanos + leite + coca cola).
Ilda telefonou para Albanise.
Depois de umas voltas pela cidade, fomos ao batalhão da Polícia Militar e conseguimos pernoite no alojamento.

18/11/87 Do batalhão da PM fomos à padaria tomar café (pão com manteiga + pingado).
Na saída da cidade comemos bananas na quitanda de um japonês e tiramos uma foto na praça Santos Dumont.
Na praça Santos Dumont (Ubatuba-SP)





Mais adiante comprei  leite e chocolate num supermercado. Enquanto lanchávamos matamos uma pequena cobra que estava perto de nós.
Em outro supermercado Ilda comprou pão, iogurte e rosquinhas.
Entramos em Caraguatatuba. Comprei bananas, leite e uma maçã. Fomos até uma praça e “almoçamos”.
Depois descansamos em outra praça (Ilda dormiu um pouco no banco).
Depois das 14h seguimos. Uma reta longa, um morro bem alto, alguns morros menores e entramos em São Sebastião.
Andamos um pouco na praia e descansamos numa praça à beira- mar.
Subimos mais uns morros e chegamos a Barequeçaba.
Na padaria, comprei pão, leite e balas.
Passeamos um pouco e fomos à casa de José Carlos e lá nos instalamos.
Quem nos recebeu foi o pai dele, pois José Carlos estava trabalhando na Capital SP.
Dormimos no quarto de José Carlos com o rádio FM ligado toda a noite.



sábado, 19 de maio de 2018

Viagem janeiro/18 ( Ananindeua-PA/Ceará Mirim-RN) 1ª parte = resumo










Em dezembro/2016, faltando poucos dias para minha viagem ao Rio Grande do Sul, meu amigo José Aprígio telefonou pra minha casa.

Falou que fazia muitos anos que eu não aparecia na casa dele e perguntou se algum dia eu ainda iria por lá.

Respondi que só não iria naquela oportunidade por já estar programado para visitar minha mãe.

Mas, na próxima viagem o destino seria a casa dele.





Encontro com José Aprígio em 24/01/18

E assim foi feito. Em janeiro/2018 peguei a minha Monark com traseira encurtada e pedalei uns 2.000 km em 18 dias;



Quando a preguiça for superada contarei como foi a viagem (Ananindeua/PA, Pinheiro-São Luís-Tutóia/MA, Buriti dos Lopes/PI, Viçosa do Ceará-Tianguá-Carnaubal-Canindé-Quixadá-Quixeré/CE, Mossoró-Angicos-Santa Maria-Ceará Mirim/RN).







Entre Barreirinhas e Paulino Neves, chegando no canal eólico

Na saída de Quixadá para Morada Nova/CE

domingo, 15 de abril de 2018

Minha segunda grande viagem/lua de mel- 19ª parte (Rio de Janeiro/Monsuaba-RJ

09/11/87  Saímos do apartamento  na Rua Riachuelo as nove e pouco.  Pedalamos pelas praias do Flamengo, Botafogo, Copacabana e Ipanema.

No Leblon visitamos Beth e Cristina (irmãs do Eduardo . Nos instalamos, almoçamos e fomos de ônibus visitar a igreja da Penha.


10/11/87 Visita ao Corcovado, ao centro da cidade e ao apartamento de Heitor, onde ficamos para dormir.


11/11/87 Visita ao Jardim Zoológico e Museu Nacional (Quinta da Boa Vista .


12/11/87 Após a despedida de Beth e Cristina enfrentamos um trânsito difícil e chegamos a Barra da Tijuca e visitamos José Gabriel (irmão do Fitico .

Seguimos adiante; depois de passar por uma pequena serra pedalamos até Campo Grande e visitamos Janete. 


13/11/87 Ficamos descansando na casa de Janete. Fui a uma oficina  para soldar o bagageiro da bicicleta de Ilda. Na parte da tarde jogamos cartas (pif .


14/11/87 Depois do café da manhã ajeitamos as coisas e seguimos viagem. Ganhamos dois pratos com macarrão e seis ovos cozidos para comer no caminho.

Saímos por volta das sete horas pela Avenida Brasil e logo chegamos a BR-101 - Rio-Santos.

Num ponto de apoio da empresa de ônibus EVAL paramos para descansar.

A estrada estava bem pavimentada e o vento ajudava. Passamos por Muriqui e outras praias.

Antes de uma longa subida que passava por um túnel descansamos e comemos.

Andamos adiante subindo e descendo nas curvas da Serra do Mar.

Depois de outro túnel passamos por Mangaratiba. 

Ainda passamos por várias praias. Pegamos água e tomamos banho em bicas a beira da estrada.

Entramos em Monsuaba ao anoitecer.

Na loja do Sr. Hélio perguntamos por Manoel e Maria do Carmo.

Ele nos explicou que eles moravam ali perto; Antonieta, sua muher, nos convidou para ficar.


15/11/87 Ficamos descansando; a tarde fomos com as filhas de Hélio visitar Manoel e Maria do Carmo. Voltamos a noitinha e acompanhamos a família  em um culto na igreja Assembléia de Deus.




Depois do culto eu e Ilda fomos a um posto telefônico antes de dormir na casa do Sr. Hélio. 

sábado, 31 de março de 2018

Viagem janeiro/17 - 13ª e última parte (Sertão/Venâncio Aires-RS)

25/01/17 Acordei e levantei antes das 6 horas.

Tomei café na lanchonete do posto, agradeci a camaradagem e segui.

Estava chovendo fino e a minha garganta estava doendo.

Passei por Coxilha e segui até Passo Fundo só com bolachas e água.

Muitos trechos estavam sem acostamento; empurrei a bicicleta várias vezes por falta de espaço na pista.

Na entrada de Passo Fundo perguntei o caminho mais curto para seguir no rumo de Soledade; me foi indicado seguir por dentro da cidade.




Parei numa fruteira e comprei bananas. Sentei num banco no canteiro central da avenida e fiquei descansando e comendo bananas.

As pessoas ficaram me observando curiosas mas não falaram nada.

Segui adiante e parei numa farmácia para comprar um spray para a garganta.

Fiquei conversando com um vendedor ambulante na calçada. Vi muitas pessoas andando com o celular na mão.

Na saída de Passo Fundo ainda parei numa pracinha para descansar. A garganta doía. Criei coragem e segui.






Fiz uma parada numa lanchonete em Ernestina onde havia um senhor com a mesma idade e o mesmo jeitão que eu e uma moça com a mesma idade e nome da minha filha.

Fui andando com água e bolachas e spray na garganta a todo instante.

Passei por Tio Hugo.

Depois de uma longa subida, faltando duas horas para escurecer, cheguei a um posto de gasolina de uma cooperativa.

Faltavam só 20 km até Soledade. Na lanchonete fui informado que para chegar a Soledade eu teria de enfrentar mais tres subidas parecidas com esta última; acabei desistindo e fiquei.

Quinze minutos depois caiu uma chuvarada com ventania e eu poderia ter mais problemas com a garganta.

Além disso, o pneu traseiro estava furado e apelei para o borracheiro encontrar e remendar dois furos.

Fui dormir em cima de uns pedaços de papelão numa parte coberta do posto.

Um pessoal assou umas carnes perto de mim; me convidaram mas eu não quis comer.

Nesta noite passei muito frio - o posto ficava no município chamado Mormaço - ; só consegui cochilar um pouco sentado encolhido e enrolado.

Pelas minhas contas neste dia andei só 96 km.

O consumo, alén de bolachas e água, foi pastilhas halls, 7 bombons Serenata de Amor, 2 kg bananas, um litro de leite, café com leite, pastel  com café, pão de queijo com café.



26/01/17 Fui o primeiro a entrar na lanchonete do posto. Tomei café e segui. Chovia fino.

Entrei em Soledade antes das 8h e fiz um lanche noutro posto de gasolina.

Mais adiante, no município de Fontoura Xavier, numa lanchonete, outra parada.

Quase meia hora depois que saí da lanchonete um carro fez sinal para eu parar. Era o pai dos jovens que me atenderam na lanchonete que veio atrás de mim para devolver o spray para garganta 
que eu havia esquecido no balcão

Depois passei por São José do Herval.

Numa descida longa e com muitas curvas ultrapassei uns quatro caminhões que desciam com o freio motor acionado.

Vi muito artesanato de cerâmica e couro exposto para venda em vários pontos na beira da estrada.

Depois de Pouso Novo passei por uma ponte e a estrada seguiu por muitos km entre a serra e o Rio Forqueta.

Passei por Tamanduá e Marquês de Souza.

Cheguei a Lajeado. Na passagem vi uma placa informando 'Venâncio Aires 31 km'.

Segui. Começou a chover. 

Numa parada de ônibus onde havia dois motoqueiros esperando a chuva afinar parei para comer umas bolachas e conversei com eles.


Perto de Mato Leitão merendei numa lachonete.

Andei uns 7 km no escuro para chegar a Venâncio Aires.

Neste dia andei aproximadamente 160 km. 

Consumo; bolachas, água, pastel com café e leite, coxinha com café e leite, pão de queijo com café, mais café, sanduíche mais café.

Nesta última foto já estou na casa da minha irmã. 






segunda-feira, 26 de março de 2018

Passeio 51 km na Alça Viária

Ontem, após atender alguns clientes (mais ou menos 20 km pedalados), fui pedalar na Alça Viária.

Saí de casa às 11h50min. O trânsito não estava muito intenso.

Fui até o km 20 e voltei. Tive aquela sensação gostosa de andar sozinho na estrada.

Tomei um banho de chuva entre os km 9 e 10.

Pela primeira vez notei um insistente cheiro de esterco desde a saída da BR até o km 18; muitos caminhões boiadeiros no trecho.

Andei sentindo o tal cheiro por aproximadamente duas horas e meia. Nem tive vontade de comer as bolachas que levei.

Cheguei de volta em casa às 15h18min.

O consumo do percurso foi apenas dois litros de água.